sexta-feira, 15 de janeiro de 2016


VOCÊ E OS OUTROS

 

Amigo, atendamos ao apelo da fraternidade.

 
Abra a própria alma às manifestações generosas para com todos os seres, sem trancar-se na torre de falsas situações, à frente do mundo.

 
A pretexto de viver com dignidade, não caminhe indiferente ao passo dos outros.

 
Busque relacionar-se com as pessoas de todos os níveis sociais, erguendo amigos além das fronteiras do lar, da fé religiosa e da profissão.

 

Evite a circunspeção constante e a tristeza sistemática que geram a frieza e sufocam a simpatia.

 

Não menospreze a pessoa mal vestida nem a pessoa bem posta.

 

Não crie exceções na gentileza, para com o companheiro menos experiente ou menos educado, nem humilhe aquele que atenta contra a gramática.

 

Não deixe meses, sem visitar e falar aos irmãos menos favorecidos, como quem lhes ignora os sofrimentos.

 

Não condiciones as relações com os outros ao paletó e à gravata, às unhas esmaltadas e aos sapatos brilhantes, que possam mostrar.

 

Não se escravize a títulos convencionais nem amplie as exigências da sua posição em sociedade.

 
Dê atenção a quem lhe peça, sem criar empecilhos.

 
Trave conhecimento com os vizinhos, sem solenidade e sem propósitos de superioridade.

 
Faça amizades desinteressadamente.

Aceite o favor espontâneo e preste serviço, também sem pensar em remuneração.

 
Saiba viver com todos, para que o orgulho não lhe solape o equilíbrio.

 
Quem se encastela na própria personalidade é assim como o poço de água parada, que envenena a si mesmo.

 
Seja comunicativo.

 
Sorria à criança.


Cumprimente o velhinho.

 
Converse com o doente.

 
Liberte o próprio coração, destruído as barreiras de conhecimento e fé, título e tradição, vestimenta e classe social, existentes entre você e as criaturas e a felicidade, que você fizer para os outros, será luz da felicidade sempre maior, brilhando em seu caminho.

 
Da Obra “Apostilas da Vida” -Espírito: André Luiz - Médium: Francisco Cândido Xavier.

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