sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Lançamento do "VIAS E MEIOS À CAUSA ESPÍRITA".


Livro lançado em 2011, em auxílio da Casa Espírita.
É agradável e salutar estudar o precioso livro "Vias e Meios à Causa Espírita", editora IDÉIA, do valoroso irmão Geraldo F. de Macêdo, estudioso e palestrante espírita, participante ativo do Centro Espírita "O CONSOLADOR", com lançamento no mês de janeiro de 2011, em João Pessoa (PB), onde de forma suave e convincente aborda um problema crônico do Movimento Espírita, mais especificamente, atinge o cerne de uma questão crucial e preocupante aos trabalhadores espiritas, onde, salvo raras exceções,  no que diz respeito aos parcos recursos financeiros que arrecadam as Casa Espíritas, quase sempre insufIcientes para suprir as despesas básicas de manutenção do Centro.

Dotado de grande sensibilidade, o irmão Geraldo vai em auxílio das Casas Espíritas, demonstrando de forma acadêmica, com base na Economia, Administração de Empresas, Contabilidade e em outras ciências pertinentes ao assunto, da possibilidade de captar recursos financeiros efetivando trabalho lícito e, em conformidade, com os límpidos ensinamentos emanados por Jesus e Allan Kardec.

De antemão, agradecemos o recebimento do exemplar, sem nenhum ônus para a nossa Instituição "A Casa do Caminho", sendo por demais oportuno para planejarmos a solução financeira de nossa Casa e realizarmos novos investimentos para melhor servir à Causa Espírita.

É de conhecimento público, a pobreza franciscana que atravessa as nossas Casas Espíritas. Que possamos arregaçar as mangas e como verdadeiros Espíritas nos propormos a colocar: Mãos à Obra! Certamente, será irrisório o nosso trabalho, ante a grandiosidade e a  misericória de Deus para com todos nós. 

Que esse fecundo trabalho seja mais uma Luz a iluminar o caminho da propagação da Doutrina Espírita.

Assim apraz à "A Casa do Caminho" agradecer o tesouro recebido e convida aos Irmãos a praticá-lo.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A FORÇA DO EXEMPLO



A FORÇA DO EXEMPLO

 

José do Espírito Santo, modesto espírita de Nilópolis, Estado do Rio, falava à porta do Centro, a pequeno grupo de amigos:

- Sim, meus irmãos, a caridade é a maior benção.

Nisso, passam dois estudantes, ouvem breves trechos da palestra e avançam conversando:

- Você ouviu? Todo espírita é só "fachada"!

- Realmente. Fazem as coisas "para inglês ver".

Logo depois, os rapazes deparam com infeliz mendigo. Pálido e doente. Sem paletó. Camisa em frangalhos. Pele à mostra.

A tiritar de frio, estende-lhes a mão magra.

Um dos estudantes dá-lhe alguns centavos.

Notam, então, que José do Espírito Santo vem vindo sózinho, pela rua. E um deles diz:

- Olhe! Lá vem o "tal"! Aposto que não dará nada a esse homem.

- Sim. Vamos ver. Afastemos um pouco, senão ele vai querer "fazer cartaz".

Os dois jovens ficaram escondidos na esquina, um pouco adiante.

O pedinte roga auxílio.

José chega junto dele e o abraça, fraterno.

Em seguida, apalpa os bolsos e exclama:

- Infelizmente, meu amigo, estou sem um níquel...

Os jovens entreolharam-se, rindo... Um deles recorda:

- Não lhe disse?...

O espírita condoeu-se, vendo a nudez do homem que tremia de frio. Deitou um olhar em torno para ver se estava sendo observado.

Sentiu a rua deserta.

Num gesto espontâneo, tirou o paletó.

Dependurou a peça num portão de residência próxima, arrancou a camisa felpuda e, seminu, vestiu-a no companheiro boquiaberto, mas encantado.

A seguir, após recobrir, à pressa, o busto nu com o paletó, disse com simplicidade:

- Meu amigo, é só isso que tenho hoje.

Volte aqui mesmo amanhã.

E estugou o passo para a frente, enquanto o necessitado sorria, feliz.

**

No outro dia, os dois estudantes estavam no Centro Espírita, ouvindo a palestra.

Hilário Silva

texto - internet
imagem - cooperecomjesus.blogspot.com
Fonte: Site BOA NOVA


























































quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

SABER COMO CONVÉM



SABER COMO CONVÉM


"E se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 8:2.)


A civilização sempre cuida saber excessivamente, mas, em tempo algum, soube como convém saber.

É por isto que, ainda agora, o avião bombardeia, o rádio transmite a mentira e a morte, e o combustível alimenta maquinaria de agressão.

Assim também, na esfera individual, o homem apenas cogita saber, esquecendo que é indispensável saber como convém.

Em nossas atividades evangélicas, toda a atenção é necessária ao êxito na tarefa que nos foi cometida.

Aprendizes do Evangelho existem que pretendem guardar toda a revelação do Céu, para impô-la aos vizinhos; que se presumem de posse da humildade, para tiranizarem os outros; que se declaram pacientes, irritando a quem os ouve; que se afirmam crentes, confundindo a fé alheia; que exibem títulos de benemerência, olvidando comezinhas obrigações domésticas.

Esses amigos, principalmente, são daqueles que cuidam saber sem saberem de fato.

Os que conhecem espiritualmente as situações ajudam sem ofender, melhoram sem ferir, esclarecem sem perturbar. Sabem como convém saber e aprenderam a ser úteis. Usam o silêncio e a palavra, localizam o bem e o mal, identificam a sombra e a luz e distribuem com todos os dons do Cristo. Informam-se quanto à Fonte da Eterna Sabedoria e ligam-se a ela como lâmpadas perfeitas ao centro da força. Fracassos e triunfos, no plano das formas temporárias, não lhes modificam as energias. Esses sabem porque sabem e utilizam os próprios conhecimentos como convém saber.


XAVIER, F. C. Vinha de Luz, pelo Espírito Emmanuel. 3. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1971, capítulo





































terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O JUGO DE JESUS

O JUGO

O JUGO DE JESUS

25 - Naquele tempo, respondendo Jesus, disse: Graças te dou a ti, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos.

Sábios e entendidos, aqui, simbolizam os que querem aproximar-se de Deus com a fria ciência da terra, que lhes enche o coração de orgulho. Incapazes de abrigar em seu Íntimo a fé, falta-Ihes a intuição sublime que lhes concederia a sabedoria. Atentos aos fenômenos superficiais, perdem precioso tempo em discussões inúteis e terminam por negar o que não quiseram compreender.

Deus não esconde as coisas aos sábios e aos entendidos; é o orgulho que não os deixa vê-las. Ao passo que os pequeninos, isto é, os despidos de orgulho e de presunção, iluminados pela fé pura que lhes concede segura intuição, assimilam facilmente as lições divinas e fazem delas caminho para a felicidade espiritual.

26 - Assim é, Pai, porque assim foi de teu agrado.

Jesus deposita suas esperanças em Deus; ele sabia que o Pai deu a seus filhos as leis evolutivas pelas quais todos se aperfeiçoarão. Nosso espírito sai bruto do seio de Deus, como é bruto o diamante encontrado no seio da terra. Inúmeros processos de lapidação transformam o diamante escuro e sem forma numa gota de luz. Da mesma maneira, nossa alma será burilada através das reencarnações até brilhar esplendorosamente.


Jesus se conforma com a incompreensão da época, porque tinha certeza de que seus ensinamentos jamais se perderiam. No caminho do progresso, o que a alma não aceita hoje, aceitará no futuro.

27 - Todas as coisas me foram entregues por meu Pai. E ninguém conhece o Filho senão o Pai, nem alguém conhece o Pai senão o Filho, e a quem o Filho o quiser revelar.


Jesus é o Supremo Orientador da coletividade terrena; Deus lhe confiou a terra e o destino dos seus habitantes. Somente Jesus conhecia Deus e o tornou conhecido dos homens. Antes da vinda de Jesus ao mundo, não conhecíamos o Pai Celestial. De um lado tínhamos o feroz e sanguinário Deus de Moisés; e do outro lado, o politeísmo pagão. Jesus veio e aboliu o Deus de Moisés e os milhares de deuses do paganismo, revelando-nos o Pai extremoso, o Deus bom, que trata carinhosamente de todos os seus filhos, quer sejam culpados ou justos, quer sejam bons ou rebeldes.

28 - Vínde a mim todos os que andais em trabalho e vos achais carregados e eu vos aliviarei.

Os que andam em trabalhos no mundo, somos todos nós que aqui estamos a saldar os débitos das vidas passadas e ainda carregados das ilusões terrenas. Encontraremos alívio em Jesus, porque sua consoladora doutrina nos enche de resignação, de calma e de paciência ante os rudes embates da vida e nos livra do peso das ilusões, demonstrando-nos que a verdadeira felicidade não consiste na posse transitória dos bens da terra; e sim nos bens imperecíveis do espírito.

Quando o rigor das expiações nos tocarem e estivermos prestes a vacilar ante as provas; quando o castelo de nossas ilusões ruírem, deixando o vazio em nossos corações; quando até daqueles que mais amamos recebermos a repulsa e a ingratidão; quando virmos fenecer as flores da esperança que plantamos nas margens do caminho de nossas existências, não busquemos no mundo um consolo que o mundo não nos pode dar. Procuremos o consolo na doutrina de Jesus e estejamos certos de que o acharemos.

29 - Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para vossas almas.

30 - Porque o meu jugo é suave e o meu peso, leve.

Quão suave é o jugo de Jesus e quão pesado é o jugo da terra! O jugo de Jesus é a humildade, a fraternidade, o perdão, o amor, a resignação, a calma, a paciência e a confiança em Deus; é a paz e a bondade; é a certeza de uma vida eterna, vivida em perene alegria no seio de nosso Pai celestial; é o doce descanso de nossas almas, que pela fé e pelas boas obras, subirão aos planos divinos.

E o jugo da terra é o ódio e a vingança; o desespero e a revolta; a descrença, o egoísmo, o orgulho, a ambição e a concupiscência. O jugo terreno prende em séculos de sofrimentos expiatórios os que não se esforçarem por se livrarem dele.


Demonstrando-nos a realidade da vida além-túmulo e ensinando-nos e concitando-nos a praticar os preceitos de Jesus, o Espiritismo é uma poderosa força, que muito nos ajudará a libertarmo-nos do jugo terreno e fará com que facilmente aceitemos o suave e leve jugo de Jesus.

Eliseu Rigonatti

Do livro “O Evangelho dos humildes.” Editora Pensamento, cap. 11, item O jugo de Jesus, p.108.
































EDUCAÇÃO - A NOVA ERA

Hortênsia


EDUCAÇÃO - A NOVA ERA
Adalgiza Campos Balieiro



A Nova Era é a chegada de um novo tempo que não se faz novo pelo passar dos anos, pelas experiências do vivido nem pela sucessão de fatos que marcam o andar das horas. A Nova Era não será nova no cansaço de vidas teimosas, nos sonhos que não se fizeram ações, na fala dos que a proclamam.



A Nova Era deverá fluir no inevitável do vivido que, em suas conseqüências, sinaliza o rumo a seguir. O novo é o caminho sinalizado e, caminhar nele, é a opção oferecida. Não nos compete pensar construí-lo, porquanto ele é a resultante das experiências coletivas, estando de forma inequívoca, sinalizado. O caminhante precisa ver o caminho por onde caminhar e, os que não o vêm precisam confiar e se deixarem conduzir.



O caminho da Nova Era é simplesmente Novo, nada mais e, por isso, seja necessário trocar sandálias ou sapatos gastos por terem caminhado muitos outros caminhos; substituir roupas leves ou pesadas previstas para intempéries. O caminho decidirá o necessário no caminhar. Talvez aconteça que a luz que iluminará o novo caminho seja excessiva e exija proteção adequada, nada mais.



Somos os caminhantes que fazem o caminho ao caminhar e, caminhando o tornam acessível a quem deseje nele caminhar. para o pensar da humanidade, o Espiritismo cumpre sua tarefa junto àqueles que o estudarem, desarmados de idéias pré-concebidas e juízos pré-formados, porque Ele traz notícias de uma realidade na qual velhas maneiras de pensar e conceber o mundo não se encaixam. Desestabilizando concepções cristalizadas pelo tempo, o Espiritismo desafia o homem a construir novas realidades. Tarefa desafiadora, aceita por grande maioria, não pode servir de acomodação àqueles que dizem dele se beneficiar.



Concebido como umaNOVA ERA para o pensar da humanidade, o Espiritismo cumpre sua tarefa junto àqueles que o estudarem, desarmados de idéias pré-concebidas e juízos pré-formados, porque Ele traz notícias de uma realidade na qual velhas maneiras de pensar e conceber o mundo não se encaixam. Desestabilizando concepções cristalizadas pelo tempo, o Espiritismo desafia o homem a construir novas realidades. Tarefa desafiadora, aceita por grande maioria, não pode servir de acomodação àqueles que dizem dele se beneficiar.



O Espiritismo exige dedicação reflexiva ao desdobrar, metodologicamente, em seus conteúdos, a proposta evangélica sem o que, lhe faltaria sentido ao que se propõe. Doutrina de Educação, o Espiritismo funda um novo espaço de viver, por isso é sempre uma opção ser espírita.



Se você está disposto a fazer essa opção aceite o convite para rever concepções, necessárias à sua compreensão.



SEJA UM CONSTRUTOR DA NOVA ERA


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Dever e Trabalho

Dever e Trabalho




O compromisso de trabalho inclui o dever de associar-se a criatura ao esforço de equipe na obra a realizar.

Obediência digna tem o nome de obrigação cumprida no dicionário da realidade.

Quem executa com alegria as tarefas consideradas menores, espontaneamente se promove as tarefas consideradas maiores.

A câmara fotográfica nos retrata por fora, mas o trabalho nos retrata por dentro.

Quem escarnece da obra que lhe honorifica a existência, desprestigia a si mesmo.

Servir além do próprio dever não é bajular e sim entesourar apoio e experiência, simpatia e cooperação.

Na formação e complementação de qualquer trabalho, é preciso compreender para sermos compreendidos.

Quando o trabalhador converte o trabalho em alegria, o trabalho se transforma na alegria do trabalhador.

Do livro SINAL VERDE.
Ditado pelo Espírito André Luiz, psicografia de Chico Xavier.