sábado, 21 de agosto de 2010

A Grande Educadora

A Grande Educadora


Chama-se Dor.



Revela-se na desventura do amante, na desolação da orfandade, na angústia da miséria, no alquebramento da saúde, no esquife do ser querido que se foi deixando atrás de si a lágrima e o luto, no opróbrio da desonra, na humilhação do cárcere, no aviltamento dos prostíbulos, na tragédia dos cadafalsos, na insatisfação dos ideais, na tortura das impossibilidades – no acervo das desilusões contra que se confunde e se decepciona o coração da Humanidade.



Não obstante, a Dor é a grande amiga a zelar pela espécie humana, junto dela exercendo missão elevada e santa.



Estendendo sobre as criaturas suas asas, úmidas sempre do orvalho regenerador das lágrimas, a Dor corrige, educa, aperfeiçoa, exalta, redime e glorifica o sentimento humano a cada vibração que lhe extrai através do sofrimento.



O diamante escravizado em sua ganga sofre inimagináveis dilacerações sob o buril do lapidário até poder ostentar toda a real pureza do grande valor que encerra. Assim também será a nossa alma, que precisará provar o amargor das desventuras para se recobrir dos esplendores das virtudes imortais cujos germens o Sempiterno lhe decalcou no ser desde os longínquos dias do seu princípio!



A alma humana é o diamante raro que a Natureza – Deus – criou para, por si mesmo, aperfeiçoar-se no desdobrar dos milênios, até atingir a plenitude do inimaginável valor que representa, como imagem e semelhança dAquele mesmo Foco que a concebeu. Mas o diamante – Homem – acha-se envolvido das brutezas das paixões inferiores. É um diamante bruto! Chega o dia, porém, em que os germes da imortalidade, nele decalcados, se revolucionam nos refolhos da sua consciência, nele palpitando, então, as ânsias por aquela perfeição que o aguarda, num destino glorificador: - Foi criado para as belezas do Espírito e vê-se bruto o inferior! Destinado a fulgir nos mostruários de esferas redimidas, reconhece-se imperfeito e tardo nas sombras da matéria! Sonha com a sublimização das alegrias em pátrias divinais, onde suas ânsias pelo ideal serão plenamente saciadas, mas se confessa verme, porquanto não aprendeu ainda sequer a dominar os instintos primitivos!





Então o diamante – Homem – inicia por sua vontade própria, a trajetória indispensável do aperfeiçoamento dos valores que consigo traz em estado ignorado, e entra a sacudir de si a crosta das paixões que o entravam e entenebrecem.



E essa marcha para o Melhor, essa trajetória para o Alto denomina-se Evolução!



A luta, então, apresenta-se rude! É dolorosa, e lenta, e fatigante, e terrível! Dele requer todas as reservas de energias morais, físicas e mentais. Dilacera-lhe o coração, tortura-lhe a alma, e o martirológico, quase sempre, segue com ele, rondando-lhe os passos!



Mas seu destino é imortal, e ele prossegue!



E prosseguindo, vence!...



Então, já não é o bruto de antanho...



O diamante tornou-se jóia preciosa e refulge agora, pleno de méritos e satisfações eternas, nos grandes mostruários da Espiritualidade – esferas de luz que bordam o infinito do Eterno Artista, que é Deus!



A Dor, pois, é para o Espírito humano o que o Sol é para as trevas da noite tempestuosa: - Ressurreição! Porque, se este aclara os horizontes da Terra, levantando com seu brilho majestoso o esplendor da Natureza, aquela desenvolve em nosso ego os magnificentes dons que nele jaziam ignorados: - fecunda a inteligência, depurando o sentimento sob as lições da experiência, educando o caráter, dignificando, elevando, num progredir constante, todo o ser daquele em quem se faz vibrar, tal como o Sol, que vivifica e benfaz as regiões em que se mostra.



A Dor é o Sol da Alma...



A criatura que ainda não sofreu convenientemente carrega em si como que a aridez que desola os pólos glaciais e, como estes, é inacessível às elevadas manifestações do Bem, isto é, às qualidades redentoras que a Dor produz. Nada possuirá para oferecer aos que se lhe aproximam pelos caminhos da existência senão a indiferença que em seu ser se alastra, pois que é na desventura que se aprende a comungar com o Bem, e não pode saber senti-lo quem não teve ainda as fibras da alma tangidas pela inspiração da Dor!





O orgulho e o egoísmo, cancerosas chagas que corrompem as belas tendências do Espírito para os surtos evolutivos que o levarão a redimir-se; as vaidades perturbadoras do senso, as ambições desmedidas, funestas, que não raro arrastam o homem a irremediáveis, precipitosas situações; as torpes paixões que tudo arrebatam e tudo ferem e tudo esmagam na sua voragem avassaladora que infestam a alma humana, inferiorizando-a ao nível da brutalidade, e os quais a Dor, ferindo, cerceia, para implantar depois os fachos imortais de virtudes tais como a humildade, a fé, o desinteresse, a tolerância, a paciência, a prudência, a discrição, o senso do dever e da justiça, os dons do amor e da fraternidade e até os impulsos da abnegação e do sacrifício pelo bem alheio – remanescentes daquelas mesmas sublimes virtudes que de Jesus Nazareno fizeram o mensageiro do Eterno!



Ela, a Dor, é o maior agente do Sempiterno na obra gigantesca da regeneração humana! É a retorta de onde o Sentimento sairá purificado dos vírus maléficos que o infelicitam! Quanto maior o seu jugo, mais benefícios concederá ao nosso ego – tal como o diamante, que mais cintila, alindado, quanto maior for o número dos golpes que lhe talharem as facetas! É a incorruptível amiga e protetora da espécie humana:- zelando pela sua elevação espiritual, inspirando nobres e fraternas virtudes! Ela é quem, no Além-Túmulo, nos leva a meditar, através da experiência, produzindo em nosso ser a ciência de nós mesmos, o critério indispensável para as conquistas do futuro, de que hauriremos reabilitação para a consciência conturbada. É quem, a par do Amor, impele as criaturas à comiseração pelos demais sofredores, e a comiseração é o sentimento que arrasta à Beneficência. E é ainda ela mesma que nos enternece o coração, fazendo-nos avaliar pelo nosso o infortúnio alheio, predispondo-nos aos rasgos de proteção e bondade; e proteger os infelizes é amar o próximo, enquanto que amar o próximo é amar a Deus, pautando-se pela suprema lei recomendada no Decálogo e exemplificada pelo Divino Mestre!





Por isso mesmo, o coração que sofre não é desgraçado, mas sim venturoso, porque renasce para as auroras da Perfeição, marcha para o destino glorioso, para a comunhão com o Criador Onipotente! Prisioneiro do atraso, o homem somente se desespera sob os embates da Dor porque não a pode compreender ainda. Ela, porém, é magnânima e não maléfica. Não é desventura, é necessidade. Não é desgraça, é progresso. Não é castigo, é lição. Não é aniquilamento, é experiência. Nem é martírio, mas prelúdio de redenção! Notai que – depois do sacrifício na Cruz do Calvário foi que Jesus se aureolou da glória que converterá os séculos:



- “Quando eu for suspenso, atrairei todos a mim”. – Ele próprio o confirmou, falando a seus discípulos.



Sob o seu ferrete é que nos voltamos para aquele misericordioso Pai que é o nosso último e seguro refúgio, a nossa consolação suprema!



As ilusões passageiras da Terra, os prazeres e as alegrias levianas que infestam o mundo, aviltando o sentimento de cada um, nunca fizeram de seus idólatras almas aclaradas pelas chamas do amor a Deus. É que – para levantar na aridez das nossas almas a pira redentora da Fé só há um elemento capaz, e esse elemento é a Dor! Ela, e só ela, é bastante poderosa para reconciliar os homens – filhos pródigos – com o seu Criador e Pai!



Seu concurso é, portanto, indispensável para nos aperfeiçoar o caráter, e inestimável é o seu valor educativo. Serena, vigilante, nobre heróica – ela é o infalível corretivo às ignomínias do coração humano!



E glória ao Espiritismo, que nos veio demonstrar a redenção das almas através da Dor!





LÉON DENIS
Mensagem recebida pela médium Yvone A. Pereira.
Revista Reformador – Fevereiro 1978.


Foto: Registramos o retorno ao mundo Espiritual de Ritinha (foto), ao lado dos irmãos Sebastião e Chico. Seu velório será hoje às 09h:00, em Sousa. Suplicamos a Deus Todo Poderoso, que Vossa misericórdia se estenda sobre a alma de Ritinha que acabas de chamar para Vós. Durante sua permanência na matéria, gostava de cantar músicas que alegravam e divertiam as pessoas. Ritinha, com certeza, continuarás a cantar em sua nova morada. Muita Luz em direção à eterna bem-aventurança.




sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A paciência

A paciência

 A dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos; não vos aflijais, pois, quando sofrerdes; antes, bendizei de Deus onipotente que, pela dor, neste mundo, vos marcou para a glória no céu.

Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.

A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que são as bênçãos muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva para a terra a fronte.

Coragem, amigos! Tendes no Cristo o vosso modelo. Mais sofreu ele do que qualquer de vós e nada tinha de que se penitenciar, ao passo que vós tendes de expiar o vosso passado e de vos fortalecer para o futuro. Sede, pois, pacientes, sede cristãos. Essa palavra resume tudo.
 - Um Espírito amigo. (Havre, 1862.)

Extraído do Livro "O Evangelho Segundo o Espiritismo". Allan Kardec

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A afabilidade e a doçura

A afabilidade e a doçura

 A benevolência para com os seus semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que lhe são as formas de manifestar-se. Entretanto, nem sempre há que fiar nas aparências. A educação e a frequentação do mundo podem dar ao homem o verniz dessas qualidades. Quantos há cuja fingida bonomia não passa de máscara para o exterior, de uma roupagem cujo talhe primoroso dissimula as deformidades interiores! O mundo está cheio dessas criaturas que têm nos lábios o sorriso e no coração o veneno; que são brandas, desde que nada as agaste, mas que mordem à menor contrariedade; cuja língua, de ouro quando falam pela frente, se muda em dardo peçonhento, quando estão por detrás.

A essa classe também pertencem esses homens, de exterior benigno, que, tiranos domésticos, fazem que suas famílias e seus subordinados lhes sofram o peso do orgulho e do despotismo, como a quererem desforrar-se do constrangimento que, fora de casa, se impõem a si mesmos. Não se atrevendo a usar de autoridade para com os estranhos, que os chamariam à ordem, acham que pelo menos devem fazer-se temidos daqueles que lhes não podem resistir. Envaidecem-se de poderem dizer: "Aqui mando e sou obedecido", sem lhes ocorrer que poderiam acrescentar: "E sou detestado."

Não basta que dos lábios manem leite e mel. Se o coração de modo algum lhes está associado, só há hipocrisia. Aquele cuja afabilidade e doçura não são fingidas nunca se desmente: é o mesmo, tanto em sociedade, como na intimidade. Esse, ao demais, sabe que se, pelas aparências, se consegue enganar os homens, a Deus ninguém engana. - Lázaro. (Paris, 1861.)

fONTE: Do livro O Evangelho Segundo o Espiritismo - ALLAN KARDEC

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O CHEIRO DO DINHEIRO

Tito Flávio Vespasiano (9-79), fundador da dinastia Flávia, foi um dos mais bem sucedidos imperadores romanos.


Embora tivesse reinado por pouco tempo, de 69 a 79, acabou com as guerras civis que assolavam o império e promoveu sua unidade interna, inaugurando um período de grande prosperidade.
Como todos os governantes, tinha fraquezas. Uma delas era o dinheiro. Quanto mais, melhor.
Embora gracejasse com a própria ganância, estava sempre inventando meios de ampliar a arrecadação.
É famoso o episódio em que resolveu cobrar imposto pela utilização dos sanitários públicos.
Seu filho Tito, que mais tarde seria também imperador, o censurou por aquele exagero.
A reação de Vespasiano ficou famosa.
Deu-lhe uma moeda para cheirar, enquanto proclamava:
Pecunia non olet – Dinheiro não tem cheiro.
Não havia odores de urina no dinheiro, ainda que viesse dois mictórios.
Para Vespasiano dinheiro era sempre bem-vindo, não importando a procedência.
Pode ser bom ou mau – depende do uso.
Com ele compramos remédios para a criança doente, alimento para o faminto, agasalho para quem tem frio...
Também compramos o cigarro que provoca o câncer no pulmão, a arma para o assalto, as drogas que comprometem a existência.
Não obstante, situando-se como móvel das ações humanas, o dinheiro pode ser fonte de miasmas pestilentos que contaminam a alma envolvendo:
O traficante que sustenta o vício...
O comerciante que exercita a sonegação...
O industrial que explora os operários...
O investidor que especula nas bolsas...
O assaltante que espalha o terror...
O estelionatário que ilude pessoas...
A mulher que vende o próprio corpo...

A lista é interminável.
Mentores espirituais reportam-se a nauseabundos odores, característicos de Espíritos que na Terra estiveram envolvidos com o mal.
A ambição e a usura são exemplares típicos. Exalam maus odores, espiritualmente, os que se comprometem com esses desvios.
Tais contaminações, que se entranham na Alma, exige lixas grossas, de atribulações e sofrimentos, para serem expurgadas ao longo de muitas reencarnações.

Certamente, leitor amigo, os recursos financeiros de que você dispõe fora adquiridos de forma diferente, esforço árduo e honrado.
É dinheiro limpo, com o qual você atende suas necessidades de subsistência e busca garantir a estabilidade da família e o futuro dos filhos.
Sua alma vem usando o banho lustral da honestidade, do discernimento, sem prejudicar a ninguém. E quando você retornar ao mundo Espiritual, não causará constrangimentos odoríferos aos benfeitores espirituais.
Pode fazer ainda melhor – reverter algo de seus rendimentos, em favor dos sofredores e aflitos de todos os matizes.
Costuma-se dizer que “quem dá aos pobres, empresta a Deus”.
É uma operação sui generis, porquanto o Senhor nos ressarce de imediato, com bênçãos de conforto, alegria e bem-estar.
De quebra, deliciamo-nos com a incomparável flagrância que se expande quando abrimos esse maravilhoso frasco, que contém o abençoado perfume da caridade!

Richard Simonetti
Boletim CEAC – junho /2001

terça-feira, 17 de agosto de 2010

ANIVERSÁRIO DA CASA DO CAMINHO 17 de agosto de 1984

Hélio com os pés no chão e os outros já retornaram ao Lar de cima.
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É grande a alegria dos Irmãos do Caminho, quando mais uma data é alcançada, aliás, várias datas para todos nós é motivo de alegria e agradecimento.
Vejamos, o dia de 17 de agosto de 1984, casa pronta, expectativa´da chegada dos primeiros hóspedes, registra, portanto, a data da chegada dos primeiros albergados da Casa, na verdade, foi uma festa a chegada de Zé Maria e Ascendino, lágrimas de felicidade e satisfação foram derramadas.

Zelito (de bigode) aniversariante 17.08.195... e Walter (cortando pela aniversariante "Casa"17.08.1984)
Outrossim, no dia 26 de janeiro de 1983, foi a data da ata de fundação da Comunhão Espírita Cristã A Casa do Caminho, onde em clima festivo o grupo afirmava de forma definitiva a denominação jurídica da Casa.
Além do mais, foi no dia 18 de abril de 1979, o início das reuniões de estudo e das comunicações com o plano espiritual, sendo levada a efeito em casa residencial, sem nenhum intenção de criação de um Centro, mas apenas de reunião fraterna e semelhante, na íntegra, as realizadas na època do Mestre Nazareno.
Eis alguns lacônicos registros de nossa Casa do Caminho e parabéns a todos, especialmente, ao irmão Zelito que hoje, também, comemora seu aniversário.
Oremos e peçamos mais trabalho para libertar-nos de nossa ignorância.

Foto: Conversa matinal entre João de Freitas, Saul(filho de Olívia-residente da Casa), Zé Maria, Ascendino e Hélio Zenaide, no terraço da Casa Transitória, no ano de 1985.



  

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A Vanguarda

Cátia e Cassimiro




Meus amigos e Irmãos em Cristo. Ser espírita não é apenas conhecer os ensinamentos de Jesus, é praticá-lo, sem orgulho nem ostentação. Mas para ser médium, a obrigação maior, é estudar a doutrina a fim de que o médium não caia nas malhas da obsessão. É a única forma dos médiuns corrigirem seus defeitos e livrarem-se de reencarnações dolorosas no futuro, aprimorando a sua mediunidade e colocando-a a serviço dos que sofrem, dando por amor e de graça, a Graça que recebeu. Só assim, num esforço contínuo de reforma íntima, alcançará o médium, a Paz e a Harmonia, tão desejadas.

A ciência em sua evolução contínua tem oferecido explicações concretas das inúmeras transformações que o Globo Terrestre sofreu através de milênios de anos quer dizer, bilhões, vindo desde o reino mineral, passando pelo vegetal, animal e hominal. Mas nada pode ainda explicar ou compreender, do reino espiritual, embora desde o início da humanidade, Deus tenha sempre se manifestado aos homens através dos médiuns que ele enviava, com a missão de ligar a Terra ao Céu. Mas os seres humanos cegos pela ambição, o egoísmo e a ignorância não a compreenderam e até crucificaram Jesus, o Rei de todos os médiuns e Governador do planeta.

Mas hoje com a chegada do Terceiro Milênio, com a globalização, a terceira revelação, poderá ser entendida e a ciência, filosofa e religião, vão se unificar, fazendo com que a humanidade dê um passo gigantesco para transformar nosso planeta, em planeta de redenção.

Abriguemos, irmãos quem nos procura e perdoemos a quem nos persegue. Esta é a Lei.
Que Deus nos abençoe, Jesus nos ilumine e nos guie sempre.

Autoria desconhecida