segunda-feira, 23 de novembro de 2009

TRABALHO - UNIÃO DE FORÇAS - Agende-se

EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Temos o prazer e a honra de convidar todos os Associados da COMUNHÃO ESPÍRITA CRISTÃ A CASA DO CAMINHO, a participarem de uma Assembléia Geral EXTRAÓRDINARIA, no dia 26.11.2009, às 15:00h, na CASA DA PRECE, localizado na BR 230 - KM 470, sede da “Comunhão Espírita Cristã A Casa do Caminho”, Sousa (PB), com a seguinte Ordem do Dia:

1 – Prestação de contas da atual Diretoria Executiva do período da última Assembléia até o mês de outubro de 2009;

2 – Eleição de nova Diretoria e

3 - Outros assuntos de interesse da ASSOCIAÇÃO.


Sem mais, rogamos a Deus que a todos ilumine e guarde.
Saúdamo-vos fraternalmente,

Sousa (PB), 26 de outubro de 2009.


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A DIRETORIA


Ciente:

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Oh morte, não te orgulhes

Velhas Árvores

Olavo Bilac

Olha estas velhas árvores, mais belas
Do que as árvores mais novas, mais amigas:
Tanto mais belas quanto mais antigas,
Vencedoras da idade e das procelas...

O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas
Vivem, livres de fome e fadigas;
E em seus galhos abrigam-se as cantigas
E os amores da aves tagarelas.

Não choremos, amigo, a mocidade!
Envelheçamos rindo! Envelheçamos
Como as árvores fortes envelhecem;

Na glória da alegria e da bondade,
Agasalhando os pássaros nos ramos,
Dando sombra e consolo aos que padecem!



Oh morte, não te orgulhes
John Donne

Oh Morte, não te orgulhes, pois ruim
Como dizem não és, medonha e forte;
Quem pensa que abateste, pobre Morte.
Não morre; nem matar podes a mim.
Se o sono, o teu retrato, agrada assim,
Contigo fluirá melhor a sorte;
E o bom, ao conhecer o teu transporte,
Descansa o corpo e se liberta enfim.

Serva de reis, destino, acasos e ânsia,
À droga, à peste e à guerra te associas;
E adormecem-nos ópios e magias
Mas que teu golpe. Então, por que a jactânia?
Um breve sono a vida eterna traz,
E vai-se a morte. Morte, morrerás.


Foto (Casimiro(94) e José Rodrigues(96), residentes na Casa Transitória, em momentos de terapêutica ocupacional, observada pela competente, atenciosa e paciente psicóloga Rita).

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

A Doutrina Espírita Vencerá?

Embora esteja há mais de 2000 anos sob a inspiração do Senhor, o mundo não se reformou moralmente. O Bem ainda é uma opção rejeitada pela quase totalidade da família humana.

A Doutrina Espírita, como apelo final ao coração amargurado da criatura, precisa vencer.

Vencerá, se os espíritas meditarem mais em suas graves responsabilidades;

Vencerá, se os espíritas colocarem os interesses do Cristo acima dos seus;

Vencerá, se os espíritas forem leais aos programas de serviço que abraçaram;

Vencerá, se os espíritas se amarem e se instruírem tanto quanto recomendado pelo Espírito de Verdade;

Vencerá, se os espíritas derem mais importância ao trabalho do que aos cargos;

Vencerá, se os espíritas souberem sacrificar parte de seus interesses materiais na redução do pranto dos que estão à margem do caminho.

Em suma, vencerá, se os espíritas entenderem que o título de ESPÍRITA não representa um passaporte para a vida comum, mas a credencial do Céu para os que buscam construir uma nova humanidade sob a égide de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Humberto de Campos, sob o pseudônimo de irmão X, pelas mãos confiáveis de Chico Xavier, trouxe-nos impressionante página, sob o título “Consciência Espírita”, constante do livro “Cartas e Crônicas”, editado pela FEB. A página destaca a dor de Allan Kardec, que, quando desdobrado, foi levado às regiões inferiores e contemplou o sofrimento de espíritos ali estacionados. Comovido, indagou à entidade iluminada que o conduzia: quem seriam aqueles que ali estavam em situação tão aflitiva? A resposta foi:

- Temos junto de nós os que estavam no mundo plenamente educados quanto aos imperativos do Bem e da Verdade, e que fugiram deliberadamente da Verdade e do Bem, especialmente os cristãos infiéis de todas as épocas, perfeitos conhecedores da lição e do exemplo do Cristo e que se entregaram ao mal, por livre vontade...

Para eles, um novo berço na Terra é sempre mais difícil...


(Foto de Wilton Ferreira, Orador Espírita, cujo sorriso não demonstra dúvidas de que o Amor vencerá.)

domingo, 15 de novembro de 2009

O Espiritismo em sua Expressão mais Simples

MÁXIMAS EXTRAÍDAS DO ENSINAMENTO DOS ESPÍRITOS

35. - O objetivo essencial do Espiritismo é o melhoramento dos homens. Não é preciso procurar nele senão o que pode ajudá-lo para o progresso moral e intelectual.

36. - O verdadeiro Espírita não é o que crê nas manifestações, mas aquele que faz bom proveito do ensinamento dado pelos Espíritos. Nada adianta acreditar se a crença não faz com que se dê um passo adiante no caminho do progresso e que não o faça melhor para com o próximo.

37. - O egoísmo, o orgulho, a vaidade, a ambição, a cupidez, o ódio, a inveja, o ciúme, a maledicência são para a alma ervas venenosas das quais é preciso a cada dia arrancar algumas hastes, e que têm como contraveneno: a caridade e a humildade.

38. - A crença no Espiritismo só é proveitosa para aquele de quem se pode dizer: hoje está melhor do que ontem.

39. - A importância que o homem atribui aos bens temporais está na razão inversa de sua fé na vida espiritual; é a dúvida sobre o futuro que o leva a procurar suas alegrias neste mundo, satisfazendo suas paixões, ainda que às custas do próximo.

40. - As aflições na terra são os remédios da alma; elas salvam para o futuro, como uma operação cirúrgica dolorosa salva a vida de um doente e lhe devolve a saúde. É por isso que o Cristo disse: “Bem-aventurados os aflitos, pois eles serão consolados.”

41. - Nas suas aflições, olhe abaixo de você e não acima; pense naqueles que sofrem ainda mais que você.

42. - O desespero é natural para aquele que crê que tudo acaba com a vida do corpo; é um contra-senso para aquele que tem fé no futuro.

43. - O homem é muitas vezes o artesão de sua própria infelicidade neste mundo; se ele voltar à fonte de seus infortúnios, verá que a maior parte deles são o resultado de sua imprevidência, de seu orgulho e avidez, conseqüentemente, de sua infração às leis de Deus.

44. - A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar Nele; é aproximar-se Dele; é pôr-se em comunicação com Ele.

45. - Aquele que ora com fervor e confiança é mais forte contra as tentações do mal, e Deus envia-lhe bons Espíritos para assisti-lo. É um auxílio que nunca é recusado, quando é pedido com sinceridade.

46. - O essencial não é orar muito, mas orar bem. Certas pessoas crêem que todo o mérito está na extensão da prece, enquanto fecham os olhos para seus próprios defeitos. A prece é para eles uma ocupação, um emprego do tempo, mas não uma análise de si mesmos.

47. - Aquele que pede a Deus o perdão de seus erros não o obtém senão mudando de conduta. As boas ações são a melhor das preces, pois os atos valem mais que as palavras.

48. - A prece é recomendada por todos os bons Espíritos; é, além disso, pedida por todos os Espíritas imperfeitos como um meio de tornar mais leves seus sofrimentos.

49. - A prece não pode mudar os desígnios da Providência; mas, vendo que há interesse por eles, os Espíritos sofredores se sentem menos desamparados; tornam-se menos infelizes; ela exalta sua coragem, estimula neles o desejo de elevar-se pelo arrependimento e reparação, e pode desvia-los do pensamento do mal. É nesse sentido que ela pode não só aliviar, mas abreviar seus sofrimentos.

50. - Cada um ore segundo suas convicções e o modo que acredita mais conveniente, pois a forma não é nada, o pensamento é tudo; a sinceridade e a pureza de intenção é o essencial; um bom pensamento vale mais que numerosas palavras, que se assemelham ao barulho de um moinho e onde o coração não está.

51. - Deus fez homens fortes e poderosos para que fossem sustentáculos dos fracos; o forte que oprime o fraco é advertido por Deus; em geral ele recebe o castigo nesta vida, sem prejuízo do futuro.

52. - A fortuna é um depósito cujo possuidor é tão-somente o usufrutuário, já que não a leva com ele para o túmulo; ele prestará rigorosas contas do emprego que fez dela.

53. - A fortuna é uma prova mais arriscada que a miséria, porque é uma tentação para o abuso e os excessos, e porque é mais difícil ser moderado que ser resignado.

54. - O ambicioso que triunfa e o rico que se sustenta de prazeres materiais são mais de se lamentar que de se invejar, pois é preciso ter em conta o retorno. O Espiritismo, pelos terríveis exemplos dos que viveram e que vêm revelar sua sorte, mostra a verdade desta afirmação do Cristo: “Aquele que se orgulha será humilhado e aquele que se humilha será elevado.”

55. - A caridade é a lei suprema do Cristo: “Amem-se uns aos outros como irmãos; — ame seu próximo como a si mesmo; perdoe seus inimigos; — não faça a outrem o que não gostaria que lhe fizessem”; tudo isso se resume na palavra caridade.

56. - A caridade não está só na esmola pois há a caridade em pensamentos, em palavras e em ações. Aquele caridoso em pensamentos, é indulgente para com as faltas do próximo; caridoso em palavras, não diz nada que possa prejudicar seu próximo; caridoso em ações, assiste seu próximo na medida de suas forças.

57. - O pobre que divide seu pedaço de pão com um mais pobre que ele é mais caridoso e tem mais mérito aos olhos de Deus que o que dá o que lhe é supérfluo, sem se privar de nada.

58. - Aquele que nutre contra seu próximo sentimentos de animosidade, ódio, ciúme e rancor, falta à caridade; ele mente, se se diz cristão, e ofende a Deus.

59. - Homens de todas as castas, de todas as seitas e de todas as cores, vocês são todos irmãos, pois Deus os chama a todos para ele; estendam-se pois as mãos, qualquer que seja sua maneira de adorá-lo, e não atirem o anátema, pois o anátema é a violação da lei de caridade proclamada pelo Cristo.

60. - Com o egoísmo, os homens estão em luta perpétua; com a caridade, estarão em paz. A caridade, constituindo a base de suas instituições, pode assim, por si só, garantir a felicidade deles neste mundo; segundo as palavras do Cristo, só ela pode também garantir sua felicidade futura, pois encerra implicitamente todas as virtudes que podem levá-los à perfeição. Com a verdadeira caridade, tal como a ensinou e praticou o Cristo, não mais o egoísmo, o orgulho, o ódio, a inveja, a maledicência; não mais o apego desordenado aos bens deste mundo. É por isso que o Espiritismo cristão tem como máxima: FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO.

Incrédulos! Podeis rir dos Espíritos, zombar daqueles que crêem em suas manifestações; ride, pois, se ousardes, desta máxima que eles acabaram de professar e que é sua própria salvaguarda, pois se a caridade desaparecesse da terra, os homens se entredilacerariam, e talvez vocês fossem as primeiras vítimas. Não está longe o tempo em que esta máxima, proclamada abertamente em nome dos Espíritos, será uma garantia de segurança e um título à confiança, naqueles que a trouxerem gravada no coração.

Um Espírito disse: “Zombaram das mesas girantes; não zombarão nunca da filosofia e da moral que daí decorreram”. É que, com efeito, hoje estamos longe, depois de alguns anos apenas, desses primeiros fenômenos que serviram, por um instante, de distração para os ociosos e os curiosos. Esta moral, vocês dizem; está caduca: “Os Espíritos deviam ter espírito bastante para nos dar algo de novo.” (Frase espirituosa de mais de um crítico). Tanto melhor! se ela está caduca; isso prova que ela é de todos os tempos, e os homens são apenas mais culpados por não tê-la praticado, pois não há verdadeiras verdades senão as que são eternas. O Espiritismo vem lembrá-la, não por uma revelação isolada feita a um único homem, mas pela voz dos próprios Espíritos que, como uma trombeta final, vêm proclamar: “Creiam que aqueles que vocês chamam de mortos estão mais vivos que vocês, pois eles vêem o que vocês não vêem, e ouvem o que vocês não ouvem; reconhecei, naqueles que lhes vêm falar, seus parentes, seus amigos, e todos aqueles que vocês amaram na terra e que acreditavam perdidos irremediavelmente; infelizes aqueles que crêem que tudo acaba com o corpo, pois serão cruelmente desenganados, infelizes daqueles a que terá faltado caridade, pois sofrerão o que tiverem feito os outros sofrer! Escutai a voz daqueles que sofrem e que lhes vêm dizer: “Nós sofremos por não ter reconhecido o poder de Deus e duvidado de sua misericórdia infinita; sofremos por nosso orgulho, nosso egoísmo, nossa avareza e por todas as más paixões que não soubemos reprimir; sofremos por todo o mal que fizemos ao nosso semelhante, pelo esquecimento da caridade”.

Incrédulos! Dizei se uma doutrina que ensina tais coisas é digna de risos, se ela é boa ou má! Vendo-a tão somente do ponto de vista da ordem social, dizei se os homens que a praticam seriam felizes ou infelizes; melhores ou piores!


O Espiritismo em sua Expressão mais Simples

Allan Kardec

Humanidade, Transição e Recomeço

O PUBLICITÁRIO, ESCRITOR E MÉDIUM PERNAMBUCANO FREDERICO MENEZES FARÁ PALESTRA E LANÇARÁ LIVRO NO AUDITÓRIO DO TRIBUNAL DO JÚRI, EM CAMPINA GRANDE


KIKO MUNIZ - PB


A palestra e o lançamento do livro "Humanidade, Transição e Recomeço" estão agendados para o dia 17 de novembro, as 17 horas.


O livro psicografado por Menezes é de autoria espiritual de Djalma Farias, saudoso dirigente espírita pernambucano.


A apresentação de Frederico Menezes (foto) no Tribunal do Júri campinense tem o apoio cultural e doutrinário da Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas (ABRAME).


A entrada é gratuita.
Transcrito do site www.anespb.net

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O Cristo é a personificação suprema do curador.

Espanta-se algumas vezes, com uma aparência de razão, de encontramos indivíduos indignos faculdades notáveis desenvolvidas, e que pareceriam dever ser, de preferência, o quinhão dos homens virtuosos e desprovidos de preconceitos; e, no entanto, a história dos séculos passados apresenta, quase em cada página, exemplos de mediunidades notáveis possuídas por Espíritos inferiores e impuros, por fanáticos sem razão! Qual pode ser o motivo de uma tal anomalia? No entanto, não há nada lá que possa espantar, e um estudo um pouco sério e refletido do problema dele dará a chave.Quando fenômenos salientes, pertencentes à ordem extra corpórea, são produzidos, o que acontece com efeito? - É que individualidades encarnadas servem de órgãos de transmissão à manifestação. Elas são os instrumentos movidos por uma vontade exterior. Ora, perguntar-se-ia a um simples instrumento o que lhe exigiria o artista que o põe em vibração?.... Se é evidente que um bom piano é preferível àquele que estivesse defeituoso, não o é menos que se o distinguira, no outro, o toque do artista daquele do escolar.
- Se, pois, o Espírito que intervém na cura encontram um bom instrumento, dele se servirá de boa vontade; senão, empregará aquele que se lhe oferecer, por defeituoso que seja. É preciso também considerar que, no exercício da faculdade medianímica, e em particular no exercício da mediunidade curadora, podem se apresentar dois casos muito distintos: ou o médium pode ser curador por sua própria autoridade, ou pode não ser senão o agente mais ou menos passivo de um motor extra corpóreo. No primeiro caso, ele não poderá agir senão se suas virtudes e sua força moral lhe permitirem. Ele será um exemplo em sua conduta privada ou pública, um modelo, um missionário vindo para servir de guia ou de sinal de união aos homens de boa vontade. O Cristo é a personificação suprema do curador. Quanto àquele que não é senão médium, sendo instrumento, ele pode ser mais ou menos defeituoso, e os atos que se operam por seu intermédio não o impedem, de nenhum modo, de ser imperfeito, egoísta, orgulhoso ou fanático. Membro da grande família humana, ao mesmo título que a generalidade, ele participa em todas as suas fraquezas. Lembrai-vos destas palavras de Jesus: "Não são aqueles que passam bem que têm necessidade de médico."
É preciso, pois, ver uma marca de bondade da Providência nessas faculdades que se desenvolvem nos meios e nas pessoas imperfeitas; é um meio de lhes dar a fé que os conduzirá, cedo ou tarde, ao bem; se não for hoje, isso será amanhã; são sementes que não estão perdidas, porque, vós, Espíritas, sabeis que nada se perde para o Espírito. Se não é raro encontrar, nas naturezas mais rudes, moral e fisicamente, faculdades transcendentais, isto prendes-se igualmente a que essas individualidades, não tendo senão pouco ou nada de vontade pessoal, se limitam a deixar agir a influência que os dirige. Poder-se-ia dizer que operam de instinto, ao passo que uma inteligência mais desenvolvida, querendo se dar conta da causa que a põe em movimento, às vezes, coloca-se em condições que não permitiriam um cumprimento tão fácil dos desígnios providenciais.
Por estranhos e inexplicáveis que sejam os efeitos que se produzem sob vossos olhos, estudai-os atentamente antes de considerá-los um só como uma infração às leis eternas do Senhor supremo! Não há um deles que não afirme sua existência, sua justiça e sua sabedoria eternas, e, se a aparência diz o contrário, crede que não é senão uma aparência que desaparecerá para dar lugar à realidade, com estudo mais aprofundado das leis conhecidas e o conhecimento daquelas cuja descoberta está reservada ao futuro.



CLÉLIE DUPLANTIER.
(Sociedade de Paris, 23 de fevereiro de 1867, méd. Sr. Desliens.)
Frederico Menezes (foto), incansável Obreiro do Senhor, palestrante, médium e expositor espírita, quando abordava tema espírita na cidade de Sousa - PB.