quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

PERANTE A CODIFICAÇÃO KARDEQUIANA



Recordemos constantemente os ensinos insubstituíveis e sempre momentosos que iluminam as páginas da Codificação Kardequiana, de onde extratamos alguns breves tópicos:

“Assim como o Cristo disse: “Não vim destruir a lei, porém, cumpri-la”, também o Espiritismo diz: “Não venho destruir a lei cristã, mas dar-lhe execução." Nada ensina em contrário ao que ensinou o Cristo; mas desenvolve, completa e explica, em termos claros e para toda a gente, o que foi dito apenas sob forma alegórica.”

(O Evangelho segundo o Espiritismo)



“Espíritas! Amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo. No Cristianismo se encontram todas as verdades; são de origem humana os erros que nele se
enraizaram.”

(O Evangelho segundo o Espiritismo)



“Os Espíritos superiores usam constantemente de linguagem digna, nobre, repassada da mais alta moralidade, escoimada de qualquer paixão inferior; a mais pura sabedoria lhes transparece dos conselhos, que objetivam sempre o nosso melhoramento e o bem da Humanidade.”

(O Livro dos Espíritos)



“O homem não conhece os atos que praticou em suas existências pretéritas, mas pode sempre saber qual o gênero das faltas de que se tornou culpado e qual o cunho predominante do seu caráter. Bastará então julgar do que foi, não pelo que é, sim pelas suas tendências.”

(O Livro dos Espíritos)



“A lei de Deus é a mesma para todos; porém, o mal depende principalmente da vontade que se tenha de o praticar. O bem é sempre o bem e o mal sempre o mal, qualquer que seja a posição do homem. Diferença só há quanto ao grau de responsabilidade.”

(O Livro dos Espíritos)



“Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações infelizes.”

(O Evangelho segundo o Espiritismo)



“Não podendo amar a Deus sem praticar a caridade para com o próximo, todos os deveres do homem se resumem nesta máxima: Fora da caridade não há salvação.”

(O Evangelho segundo o Espiritismo)



“Medita estas coisas; ocupa-te nelas para que o teu aproveitamento seja manifesto a todos.”

— Paulo. (I TIMÓTEO, 4:15.)



Extraído do livro Conduta Espírita

DITADO PELO ESPÍRITO

ANDRÉ LUIZ

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

— INSTRUÇÕES DOS ESPÍRITOS —

O PERDÃO DAS OFENSAS

 
Quantas vezes perdoarei a meu irmão? Vós lhes perdoareis não sete vezes, mas setenta vezes sete. Eis um dos ensinos de Jesus que mais deve impressionar a vossa inteligência e falar mais alto ao vosso coração. Comparai essas palavras de misericórdia com as da oração tão simples, tão resumida e tão grande em suas aspirações que Jesus deu aos seus discípulos, e encontrareis sempre o mesmo pensamento. Jesus, o justo por excelência, responde a Pedro: Tu perdoarás, mas sem limites; perdoarás cada ofensa tantas vezes quantas ela te for feita; ensinarás a teus irmãos o esquecimento de si mesmo, que torna uma pessoa invulnerável contra o ataque, os maus procedimentos e as injúrias; serás manso e humilde de coração, não medindo jamais a tua mansuetude; farás, enfim, o que desejas que o Pai celeste faça por ti. Ele não está sempre a te perdoar? Ele conta o número de vezes que o seu perdão vem apagar as tuas faltas?

Escutai, pois, essa resposta de Jesus, e, como Pedro, aplicai essas palavras a vós mesmos; perdoai, usai de indulgência, sede caridosos, generosos, pródigos até no vosso amor. Dai, porque o Senhor vos restituirá; perdoai, porque o Senhor vos perdoará; abaixai-vos, porque o Senhor vos erguerá; humilhai-vos, porque o Senhor vos fará sentar à sua direita.



Ide, meus bem-amados, estudai e comentai essas palavras que vos dirijo por ordem daquele que, do alto dos esplendores celestes, olha sempre para vós, e continua com amor a tarefa ingrata que começou há dezoito séculos. Perdoai, pois, a vossos irmãos assim como tendes necessidade que vos perdoem. Se os seus atos vos prejudicaram pessoalmente, é um motivo a mais para serdes indulgentes, porquanto o mérito do perdão é proporcional à gravidade do mal recebido; não haveria nenhum mérito em desculpar os erros dos vossos irmãos se eles apenas vos tivessem feito pequenas ofensas.



Espíritas, não vos esqueçais nunca de que, tanto por palavras como por ações, o perdão das injúrias não pode ser uma palavra sem valor. Se vos dizeis espíritas, que de fato o sejais; esquecei o mal que vos tenham feito, e só pensai em uma coisa:

no bem que podeis fazer. Aquele que entrou nesse caminho não deve afastar-se dele nem mesmo em pensamento, porque vós sois responsáveis pelos vossos pensamentos, que Deus conhece. Fazei, pois, que eles sejam desprovidos de qualquer sentimento de rancor; Deus sabe o que está no íntimo do coração de cada um.

Feliz, pois, aquele que pode, a cada noite, adormecer dizendo: nada tenho contra meu próximo
. (Simeão. Bordeaux, 1862.)



EXTRAÍDO DO LIVRO "O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO"
CAPÍTULO X

BEM-AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS
Allan Kardec

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Deus Não é Mais Necessário?!



Um grupo de cientistas estava decidindo qual deles iria encontrar com Deus e dizer, que eles não precisavam mais Dele.
Finalmente um dos cientistas apresentou-se como voluntário e foi dizer a Deus que Ele não era mais necessário...


Assim, ao encontrar Deus, o cientista diz:


- Deus, sabe como é, um punhado de nós tem estado pensando neste assunto e eu vim dizer que Você não é mais necessário.
Quero dizer, nós temos elaborado grandes teorias e idéias, nós clonamos uma ovelha e logo logo iremos clonar humanos.
Como você pode ver, nós realmente não precisamos mais de Você.
Deus balança a cabeça, compreensivamente e diz:


- Bom, sem ressentimentos.


Mas, antes, vamos fazer um teste.


O que você acha?


O cientista diz:


- Para mim, tudo bem.


Que tipo de teste?


- Um teste de fazer um homem, disse Deus.


- Legal!


Sem problemas! - exclama o cientista.


Rapidamente se adianta pegando um punhado de barro e diz:


- Vamos lá, estou pronto!!!


E Deus diz:


- Não assim.


Você tem que criar seu próprio barro...



Autor Desconhecido


domingo, 3 de fevereiro de 2013

A Ostra e a Pérola

"Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas"...

As pérolas são feridas curadas, pérolas são produtos da dor, resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.


A parte
interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia a penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.

Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada...


Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de um amigo?


Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?


Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas?
 


Você já sofreu os duros golpes do preconceito?

 

Já recebeu o troco da indiferença?

 

Então, produza uma pérola!!!



Cubra suas mágoas com várias camadas de amor.

 


Infelizmente, são poucas as pessoas qie se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.

 


Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras" vazias, não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor.

 


Um sorriso fala mais que mil palavras...


Apesar do esforço e do que passamos em algumas circunstâncias da vida, vale a pena produzir muitas perólas, aprendendo a cultivar sempre a paz e o bem e a superar os desafios e dificuldades com muitos sorrisos, alegria, paciência e a ajuda ilimitada de nosso amado e Grande Pai: Deus.

 



Autor
Desconhecido



sábado, 2 de fevereiro de 2013

Cristo e Vida



Meu amigo. Compreendendo a importância do Evangelho na seara espírita, você pergunta:


- "Já que os amigos espirituais não acreditam na salvação pela fé e sim pelas obras, sem as quais a fé se revestiria de quase nenhum valor, diga-nos, Irmão X, sem muitas palavras, que significa a influência de Jesus no mundo?"


Antes de tudo, queremos afirmar que o Cristo de Deus, sob qualquer ângulo em que seja visto, é e será sempre o Excelso Modelo da Humanidade. Mas, a pouco e pouco, o homem compreenderá que, se precisamos de Jesus sentido e crido, não podemos dispensar Jesus compreendido e aplicado. E já que você nos pede uma síntese, dar-lhe-ei uma série de vinte definições do Senhor na experiência terrestre, por nós recolhidas em aula rápida de um instrutor da Espiritualidade Maior.

Cristo na Existência: Caridade.

Cristo no Lar: Harmonia.

Cristo no Templo: Discernimento.

Cristo na Escola: Educação.

Cristo na Palavra: Brandura.

Cristo na Justiça: Misericórdia.

Cristo na Inteligência: Proveito.

Cristo no Estudo: Orientação.

Cristo no Sexo: Responsabilidade.

Cristo no Trabalho: Eficiência.

Cristo na Profissão: Idoneidade.

Cristo na Alegria: Continência.

Cristo na Dor: Resignação.

Cristo nas Relações: Solidariedade.

Cristo na Obrigação: Diligência.

Cristo no Cansaço: Refazimento.

Cristo no Repouso: Disciplina.

Cristo no Compromisso: Lealdade.

Cristo no Tempo: Serviço.

Cristo na Morte: Vida Eterna.

Aqui estão resultados da presença de Jesus em apenas alguns aspectos de nossos movimentos na Terra.

Você, contudo, provavelmente voltará à carga, indagando se nós, os espíritas desencarnados e encarnados, já atingimos semelhantes equações, e antecipo a resposta, informando a você que Jesus em nossa fraqueza é luz de esperança e, por isso mesmo, confiantes nele - o Mestre e Senhor -, estamos certos de que, um dia, nós todos faremos do evangelho o que devemos fazer.

Irmão X
Médium: Francisco Cândido Xavier



sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


Reclamações




Aprendamos a evitar reclamações para não agravar dificuldades.


Perante situações em que a corrigenda se faça realmente necessária, entregue as circunstâncias aos responsáveis pela orientação delas, que sabem quando e como intervir.


 



Se você achou o ponto nevrálgico de alguma crise, terá encontrado o lugar onde o proveito geral lhe pede auxílio.


Procurando retificar algum erro, vale mais o seu conhecimento do bem que o seu conhecimento do mal.


 



Resguardando a harmonia de todos, imagine-se na condição da pessoa em que você pretende colocar o seu problema.


 



Reflita nas tribulações que provavelmente estará atravessando a criatura a quem você deseja apresentar a sua crítica.


 



A sua reclamação não lhe trará vantagem alguma.


Azedume para com as pessoas das quais você espera cooperação e serviço é o modo mais seguro de preveni-las contra o seu próprio interesse.


 



Qualquer pessoa, quando cultive a paz, pode retirar-se em paz do lugar, onde se julgue em desarmonia ou deração.


 



Experimente desculpar sempre, porquanto aquilo que nos pareça falha nos outros pode surgir por falha igualmente em nós e, em se tratando de desculpar-se, se hoje podemos dar, chegará sempre para cada um de nós o dia de receber.



André Luiz