quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Grupo Espírita


Grupo Espírita




A embarcação prossegue. Outro símbolo não encontramos mais seguro para expressar a imagem de nosso trabalho em grupo, de vez que uma nave no mar permanece entre perigos constantes.


Se não vara a tormenta, despenha-se no fundo; se pára, retarda a viagem; se não se defende, é ameaçada pelos monstros marinhos; se não usa orientação segura, se destina a perder rumo arrastando as conseqüências.


Sim, um grupo espírita a serviço do Cristo é uma embarcação assim preciosa e batida sempre, iluminada e perseguida pelos elementos desencadeados da natureza, quando o desequilíbrio sobrevém.


É por isso que pedimos ao coração e ao ânimo de nossos companheiros muita segurança na fé.


Ainda que a marcha se faça vagarosa, sigamos com firmeza. A obra é dAquele que nos designou para a viagem e o porto resplende, farto de luz e bênçãos. Que as sugestões menos felizes não nos seduzam. Nem queixas diante da tempestade, nem alegrias de ilusão nas ilhas em que poeira dourada entretece fantasias.


Trabalhar sempre, guardando união e confiança no cerne de nossas atividades. Nem sempre é o vento que derruba as naus que velejam corajosas; muitas vezes é a ausência da bússola. E a bússola é a segurança de atitude para com os deveres a que fomos chamados.


Haja o que houver, usemos a oração para reajustar brechas que surjam. Seja a prece o nosso clima de apaziguamento interior, porque a prece dispõe a criatura a refletir para a vida mais alta.


Batuira
Do livro: Mais Luz, Médium: Francisco Cândido Xavier

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A Caridade e o Amor

A Caridade e o Amor

"Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus?"
"Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas."


Questão n.º 886 (Da Lei de Justiça, de Amor e de Caridade) - O Livro dos Espíritos

Confunde-se, freqüentemente, caridade com amor. No entanto, não são palavras sinônimas, tanto que ambas aparecem numa lei divina que inclui a justiça. Muitos centros espíritas levam o nome "Amor e Caridade". Evidentemente não imaginavam seus fundadores tivessem o mesmo significado, algo como "Luz e Claridade" ou "Paz e Tranqüilidade".



Caridade seria, na ótica de "O Livro dos Espíritos":
Benevolência, que se exprime na boa vontade e na disposição para praticar o Bem;


Indulgência, que é clemência e misericórdia para as imperfeições alheias;
Perdão, que é o ato de desculpar ofensas.



Exercício de benevolência: Trabalho em favor do semelhante.



Exercício da indulgência: Solidariedade em face das limitações e fraquezas do próximo, evitando discriminá-lo.



Exercício do perdão: Esquecimento do mal que se tenha sofrido de alguém, num ato de tolerância esclarecida que se exprime na compreensão.

Talvez tenhamos aí a origem da máxima de Kardec: "Trabalho, Solidariedade e Tolerância", a orientar a ação espírita. Sem tais princípios não há a possibilidade de um entendimento perfeito ente os homens na construção de um mundo melhor.



E o Amor?



Amor é afeição profunda. É gostar muito. É, em sua acepção mais nobre, querer o bem de alguém na doação de si mesmo.



Decantado pelos poetas e exaltado pelos sonhadores, o Amor é abençoado sol que ilumina e aquece os escabrosos caminhos humanos.



Só há um problema: é impossível sustentá-lo, torná-lo operoso e produtivo sem o combustível da caridade.



Encontramos na via pública uma mulher em penúria, rodeada de filhos maltrapilhos e famintos. Sensibilizamo-nos:


"Que quadro triste, meu Deus! Quanto sofrimento!"


Estendemos-lhe alguns trocados e seguimos em frente, evocando, cheios de compaixão:


"Jesus a ampare, minha irmã!."



Naquele exato momento brilhou em nós uma réstia de amor, infiltrando-se no impassível egocentrismo humano.



Mas que amor vazio, efêmero! Um amor quase inútil, que se limitou à esmola para aliviar a consciência, transferindo para o Cristo providência melhor, sem considerar que Ele esperava por nós para atendê-la com a iniciativa de parar, conversar, conhecer melhor a extensão de seus problemas, ajudando-a. Sem caridade o amor pode ser muito displicente...

Temos um grande amigo. Gostamos muito dele. Um dia ele faz algo que nos desagrada. Irritamo-nos profundamente. Azedamos nosso relacionamento. Distanciamo-nos, jogando fora uma gratificante amizade. Sem caridade o companheiro mais querido pode converter-se num estranho.



O casal vive bem. Marido e mulher amam-se profundamente. Um dia ele comete um deslize: envolve-se em aventura extraconjugal. A esposa toma conhecimento e o abandona imediatamente, não obstante ele implorar-lhe que fique, dilacerado de remorsos. E estagiam ambos em crônica infelicidade, marcada por insuperável nostalgia. Sem caridade o afeto mais ardente pode ser afogado num oceano de mágoas e ressentimentos.

No passado muitos religiosos instalavam-se em lugares ermos, impondo-se privações e flagícios como sacrifício em favor da Humanidade. Em sua maioria apenas comprometeram-se em excentricidades e desequilíbrios. Sem caridade o amor pelo semelhante pode converter-se em perturbadora paixão por nós mesmos.



O apóstolo Paulo vai bem mais longe no assunto (I Coríntios 13: 1-3), quando destaca que ainda que detenhamos o verbo mais sublime, a mediunidade mais apurada, o conhecimento mais profundo, a convicção mais poderosa, o desapego mais amplo e inabalável destemor da morte, isso tudo pouco valerá se faltar a caridade, isto é, se não estivermos imbuídos do desinteresse pessoal, no desejo sincero de servir o semelhante.

E Kardec nos oferece a mesma visão de inutilidade de todas as iniciativas em favor da redenção humana, se faltar o componente básico, ao proclamar:
"Fora da Caridade não há Salvação."

Richard Simonetti

Do livro: A Constituição Divina


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Mensagem de Bom Ânimo



 

Mensagem de Bom Ânimo



A simpatia e a amizade são duas flores enraizadas no jardim do tempo.


De longe chegamos para a subida ao monte da elevação.


Manifestemos a Jesus o nosso reconhecimento profundo pelo ensejo de serviço abençoado que nos confere.


Com as dificuldades de hoje, aprendemos a reajustar os recursos que ontem relegamos ao abandono.


Não há dor sem causa e nem lágrimas sem procedência justa.



Nossos obstáculos de agora foram tecidos por nós mesmos. Tenhamos, pois, a coragem de eliminá-los a golpes de esforço próprio, buscando na caridade a luz acesa para o nosso roteiro da ascensão.


Recordações aflitivas nos possuem a alma, diante do pretérito próximo. Sofrimentos incontáveis marcaram a nossa passagem sobre a Terra de séculos passados e hoje não nos cabe senão aceitar o resultante de nossos compromissos na Vida Espiritual.


Só a humildade é a energia suficientemente segura, para sustentar-nos o êxito no serviço abençoado e não devemos esmorecer na jornada que nos compele para diante...


Não nos falte a fé, sob a tempestade do mundo.


O temporal das incompreensões, invariavelmente, na Terra, surpreende os que procuram entender a vida como Jesus no-la reservou, repleta de santas obrigações da fraternidade, uns à frente dos outros.


Façamos de cada dia um canteiro de trabalho em favor do nosso próximo, porque o serviço aos outros é sumo bem a nós mesmos.


Guardemos o coração na confiança sincera em nosso Pai Celestial.

Ninguém renasce na Terra para gozar ou para converter a carne em instrumento de reprovável prazer


A existência, entre as criaturas terrestres, é uma porta divina que se abre à nossa firme vontade de trabalhar e renascer para o Alto.


Aqueles que dormem ou que estacionam em posição imprópria, naturalmente perdem a mais valiosa estrada de acesso à Esfera Superior.

Por isso mesmo, prossigamos para a frente, sem desânimo e sem fadiga.


O desalento é dos invigilantes.


O cansaço é dos fracos.


Auxiliemo-nos, amparando os outros.



Ergamo-nos, levantando os que caíram.


Desçamos aos precipícios da sombra, para exercer a caridade com Jesus, a fim de subirmos, realmente com Ele, às regiões da Perfeita Alegria.


Abençoemos a luta para que a vitória nos abençoe.


Ensinemos, praticando os princípios que nos iluminam a palavra.


Avancemos para a frente, sustentando aqueles que ainda não aprenderam a ciência da marcha regular.


Doemos nossas possibilidades, em benefício de todos, para que a vida se compadeça de nós, socorrendo-nos sempre.


Escravizemo-nos ao dever com o Cristo, e o cativeiro divino no Evangelho nos restituirá a verdadeira liberdade.


No sacrifício de nós mesmos, a favor do bem, permanece a bendita sementeira do triunfo para a glória imortal.


Tudo na Terra passa ou se transforma.


Nosso espírito, porém, com toda a nossa bagagem de esperanças e sonhos, não sofre alterações que se refiram à decadência ou ao sofrimento.

A elevação é o nosso destino.


De almas unidas, pois, sob o manto da fraternidade em Jesus, Nosso Mestre e Senhor, que possamos cumprir todos os nossos deveres, seguindo em companhia dEle para o Monte da Redenção, na conquista de nossa felicidade para sempre.



Agar

Médium: Francisco Cândido Xavier

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O Nascimento de Jesus

 
O Nascimento de Jesus



Rezam tradições do Mundo Espiritual que, anos antes da vinda de Jesus, Hilel, nascido em Babilônia, emigrou para a Palestina, a fim de aprimorar conhecimentos em torno da Tora.


Cercado de discípulos e famoso por haver criado um tipo de rabinismo notavelmente liberal, concomitantemente com as lições que ensinava referia-se, em reuniões íntimas, à próxima chegada do Senhor, para cumprimento das profecias. Em decorrência, aqui e ali, esfervilhavam comentários sobre os novos tempos.


As conversações particulares do patriarca, aliadas aos anseios do povo, suscitavam largos debates na vida palestinense, notadamente em Belém, para onde se voltavam todas as esperança, segundo o texto de Miqueia (1): “ e tu, Belém de Judá, não és assim tão pequena, porque de ti sairá o Guia de Israel, cujas origens se perdem nos dias da Eternidade.”


À vista disso, por muito tempo, antes do nascimento do Cristo, na bela cidade de David, as mais importantes famílias faziam orações e sacrifícios, a fim de receberem o Enviado.


Zabulon, o grande proprietário de terras, endereçava, de semana a semana, petitórias ao Céu, suplicando fosse o Mensageiro Sublime localizado entre os seus, a fim de oferecer-lhe lugar digno no carro da fortuna.

Gad, o negociante de sedas, implorava a Deus viesse o Orientador dos Séculos comungar-lhe o círculo da família, prometendo engajá-lo, desde cedo, entre os parentes prestigiosos, em função no Templo de Jerusalém.


Rubens, o criador de camelos, exortava as bênçãos do Eterno, a fim de que se lhe desse a graça de acolher o Messias no próprio lar, imaginando programas de exaltação para ele, a partir da meninice.


Jonas, o joalheiro dos joalheiros, prometia tesouros ao Santo dos Santos, em retribuição pelo aparecimento do Salvador em sua própria casa.

Ezequias, o rico fornecedor de cavalos, enviava petições incessantes ao Senhor dos Exércitos, instando para que o Excelso Emissário lhe fosse entregue no berço, de maneira a orientá-lo para a libertação política de sua gente.


Os mais estranhos requerimentos subiam à consideração do Todo Misericordioso.

Planeava-se o futuro do Messias, de vários modos.


Para uns, deveria ele formar entre os maiores orientadores rabínicos de seu tempo, para outros, era certo que tomaria as rédeas do poder, a fim de restituir a Israel a independência esperada, para outros e outros ainda, assumiria a autoridade da cultura e do ouro, fazendo-se invencível comandante de legiões.


Acumulavam-se os projetos pessoais dos poderosos do mundo para Aquele que chegaria na condição de Interventor Celeste...


Dizem que o Pai Supremo estudou longamente os desencontrados apelos que lhe eram endereçados e, conquanto permitiste, confiantemente, que José e Maria sofressem pesadas humilhações na chegada a Belém, determinou que Jesus Cristo nascesse ao pé dos animais, num leito de chão, desvinculado de todos os compromissos da Terra, para que a revelação da Eterna Verdade não ficasse escravizada a ninguém.

(1) Miquéias, 5:2



Irmão X

Do livro: Doutrina e Aplicação, Médium: Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos




domingo, 2 de dezembro de 2012

Servir Com Jesus

Servir Com Jesus

Imaginemos larga região de trevas em que se arrojaram irmãos nossos imprevidentes e sofredores.

Nessa estranha paisagem repontam espinheiros agressivos e furnas inquietantes, nos quais companheiros nossos jazem agoniados, a esmorecerem de desalento e de fome.

Nada além da sombra, que lhes impede a tranqüilidade e cerceia a visão...

Mentalizemos alguém que possui humilde lanterna, capaz de fazer luz, a descer do próprio conforto para ajudar...

Aqui levanta os caídos, além soergue os que chafurdam em desespero...

Agora, mitiga a sede dos que perderam toda a esperança, depois improvisa remédio e pão, assistência e alegria aos que gemem, angustiados, sob as garras da prova...


Semelhante paisagem, meus filhos, é, sem dúvida, o retrato dos padecimentos humanos e esse alguém providencial, com bastante amor para esquecer-se e alumiar os que choram ensandecidos pela névoa da ignorância ou da enfermidade, da expiação e da dor, será sempre aquele coração que use dinheiro e consolo, possibilidade e cultura no auxilio ao próximo tombado em necessidade.


Lembremo-nos disso e consoante as nossas obrigações, diante da caridade com o Cristo, acendamos a nossa lanterna, qualquer que seja o tamanho e façamos luz.


Bezerra de Menezes
Do livro: Calendário Espírita, Médium: Francisco Cândido Xavier



Sobre a Nova Terra

Meus filhos!


Que a paz prevaleça em nossos pensamentos e atitudes no prelibar de uma Nova Era.


Amanhecem dias convidativos, chamando os trabalhadores da última hora para que se encontrem no abrigo do Senhor e que, pela água da transformação, saiam a semear a Boa Nova, exemplificando-a.

A persuasão do trabalhador pelo Evangelho, evidentemente, se dará mais pela expressão da nossa conduta do que, certamente, apenas pela palavra.


Os dias são chegados...


A trombeta soa, chamando-nos a todos ao Evangelho do Senhor.


Homens de boa fé!


Estais prontos a erigir a nova Terra que todos almejamos para os nossos dias terrenos? Meus filhos, amai a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a vós mesmos, conforme os preceitos do Senhor da luz.


Evangelizemo-nos, transformando-nos dia a dia e sigamos itimoratos, sem nos importarmos com os obstáculos que surgem à nossa frente, que são experiências improcrastináveis para o engrandecimento do tarefeiro até a última hora. Muita paz, meus filhos.

Com os votos fraternais deste irmão humílimo que vos fala.

Bezerra de Menezes

Do livro: Bezerra, Chico e Você, Médium: Francisco Cândido Xavier


sábado, 1 de dezembro de 2012

Problemas no Matrimônio

Problemas no Matrimônio



À exceção dos casos de relevantes compromissos morais, o matrimônio, na Terra, constitui abençoada oportunidade redentora a dois, que não se pode desconsiderar sem gravames complicados.


Em toda união conjugal as responsabilidades são recíprocas, exigindo de cada nubente uma expressiva contribuição, a benefício do êxito de ambos, no tentame encetado.


Pedra angular da família - o culto dos deveres morais -, a construção do lar nele se faz mediante as linhas seguras do enobrecimento dos cônjuges, objetivando o equilíbrio da prole. Somente reduzido número de pessoas, se prepara convenientemente, antes de intentar o consórcio matrimonial; a ausência desse cuidado, quase sempre, ocasiona desastre imediato de conseqüências lamentáveis.


Açulados por paixões de vária ordem, que se estendem desde a atribuição sexual aos jogos dos interesses monetários, deixam-se colher por afligentes desvarios, que redundam maior débito entre os consorciados e em relação à progenitura...


Iludidos, face aos recursos da atual situação tecnológica, adiam, de início, o dever da paternidade sob justificativas indébitas, convertendo o tálamo conjugal em recurso para o prazer como para a leviandade, com que estiolam os melhores planos por momento acalentados.

Logo despertam, espicaçados por antipatias e desajustes que lhes parecem irreversíveis, supõem que somente a separação constitui fórmula solucionadora quando não derrapam nas escabrosidades que conduzem aos lúgubres crimes passionais.


Com a alma estiolada, quando a experiência se lhes converteu em sofrimento, partem para novos conúbios amorosos, carregando lembranças tormentosas, que se transformam em pesadas cargas emocionais desequilibrantes.

Alguns, dentre os que jazem vitimados por acerbas incompreensões e anseiam refazer o caminho, se identificam com outros espíritos aos quais se apegam, sôfregos, explicando tratar-se de almas gêmeas ou afins, não receando desfazer um ou dois lares para constituir outro, por certo, de efêmera duração.


Outros, saturados, debandam na direção de aventuras vis, envenenando-se vagarosamente.

Enquanto a juventude lhes acena oportunidades, usufruem-nas, sem fixações de afeto, nem intensidade de abnegação. Surpreendidos pela velhice prematura, que o desgaste lhes impõe, ou chegados à idade do cansaço natural, inconformam-se, acalentando pessimismo e cultivando os resíduos das paixões e mágoas que os enlouquecem, a pouco e pouco.

O amor é de origem divina. Quanto mais se doa, mais se multiplica sem jamais exaurir-se.


Partidários da libertinagem, porém, empenham-se em insensata cruzada para torná-lo livre, como se jamais não o houvera sido. Confundem-no com sensualidade e pensam convertê-lo apenas em instinto primitivo, padronizado pelos impulsos da sexualidade atribulada.

Liberdade para amar, sem dúvida, disciplina para o sexo, também. Amor é emoção, sexo sensação.


Compreensivelmente, mesmo nas uniões mais ajustadas, irrompem desentendimentos, incompreensões, discórdias que o amor suplanta.

O matrimônio, desse modo, é uma sociedade de ajuda mútua, cujos bens são os filhos - Espíritos com os quais nos encontramos vinculados pelos processos e necessidades de evolução.


Pensa, portanto, refletindo antes de casar. Reflexiona, porém, muito antes de debandar, após assumidos os compromissos.


As dúvidas projetadas para o futuro sempre surgem em horas inesperadas com juros capitalizados. O que puderes reparar agora não transfiras para amanhã. Enquanto luz tua ensancha, produze bens valiosos e não te arrependerás.


Tendo em vista a elevação do casamento, Jesus abençoou-o em Caná com a Sua presença, tomando-o como parte inicial do Seu ministério entre os homens.


E Paulo, o discípulo por excelência, pensando nos deveres de incorruptibilidade matrimonial, escreveu, conforme epístola número 5, aos Efésios, nos versículos 22 e 25: "as mulheres sejam sujeitas a seus maridos, como ao Senhor... Assim também devem os maridos amar a suas mulheres como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo". Em tão nobre conceito não há subserviência feminina nem pequenez masculina, antes, ajustamento dos dois para a felicidade no matrimônio.



Joanna de Ângelis

Médium: Divaldo Pereira Franco