quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Inscrição Rupestre


Iêda e Laurita, em 06.06.2010.
 


Laurita Pires de Sá, em 06.06.2010.


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Inscrição Rupestre





A divindade repousa nas rochas,
cresce nas plantas,
anda nos animais,
pensa nos homens,
ama nos anjos...
por isso respeite:
as rochas como se fossem plantas,
as plantas como se fossem animais,
animais como se fossem homens e
os homens como se fossem anjos...”


Inscrição rupestre,
Tibete 3000 a.C.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO


 
NECESSÁRIO E SUPÉRFLUO




 


715 - Como o homem pode conhecer o limite do necessário?



– Aquele que é sensato o conhece pela intuição; muitos o conhecem pela experiência e à sua própria custa.



716 - A natureza não traçou o limite de nossas necessidades em nossa estrutura orgânica?



– Sim, mas o homem é insaciável. A natureza traçou o limite às suas necessidades no seu próprio organismo, mas os vícios lhe alteraram a constituição e criaram necessidade que não são reais.


 




717 - O que pensar dos que monopolizam os bens da terra para obter o supérfluo em prejuízo dos que precisam do necessário?



– Eles desconhecem a lei de Deus e terão que responder pelas privações que impuseram aos outros.
O limite entre o necessário e o supérfluo não tem nada de absoluto, de indiscutível. A civilização criou necessidades que o selvagem desconhece, e os Espíritos que ditaram esses ensinamentos não pretendem que o homem civilizado viva como o selvagem. Tudo é relativo e cabe à razão distinguir cada coisa. A civilização desenvolve o senso ético e ao mesmo tempo o sentimento de caridade, que leva os homens ao apoio mútuo. Os que vivem  à custa das necessidades dos outros exploram os benefícios da civilização em seu proveito; têm da civilização apenas o verniz, como há pessoas que têm da religião apenas a máscara.



Extraído de "O LIVRO DOS ESPÍRITOS"

Allan KARDEC

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

NÃO TEVE TEMPO


 
 
NÃO TEVE TEMPO



— Fui espírita... Nasci em berço espírita. Tomava passes e, de quando em quando, comparecia a algumas conferências. Quando solicitado, cooperava com esta ou aquela campanha de benemerência. Sempre quis ser médium, mas nunca tive tempo para dedicar-me. Frequentava clubes e... a família me fazia certas cobranças. Os negócios me absorviam muito e eu precisava cuidar do pão de cada dia, vocês não acham? Quem, afinal, iria alimentar-me?! Sabemos que o ―maná só caiu de graça do céu uma única vez... Fui espírita... Jamais deixei de recorrer à ajuda espiritual quando as coisas apertavam para mim, pois, em qualquer circunstância, não negava a minha fé. Tinha vontade de realizar o culto do Evangelho no lar, mas...
 
Começava a ler livros interessantes, no entanto, não sei por que não conseguia terminá-los... O pessoal do Centro pedia muito; não podia me ver, e eu tinha que viver me esquivando... Só porque me percebiam com correntes e pulseiras de ouro, carro novo, imaginavam que eu fosse rico... Fui espírita... Na minha casa cheguei a ter uma biblioteca imensa. A minha avó era médium vidente.
 
Quando criança, eu frequentava aulas de evangelização. O tempo na Terra é curto em excesso. Vejam vocês: quando eu estava conseguindo reunir as condições para realizar o meu sonho, que era o de vincular-me a uma tarefa, fundar um núcleo, sei lá, desencarnei... Não tive tempo...
Ouvindo, na Vida Maior, o companheiro em tão pungente depoimento, como se estivesse ensaiando para explicar-se nas barras do tribunal da Divina Justiça, arrisquei a indagação:
— Meu irmão, com quantos anos você deixou o corpo?...
— Ah!, meu amigo, eu já tinha passado dos 70...
Ramiro Gama
Fonte: BACCELLI, A. CARLOS, LINDOS CASOS DE ALÉM-TÚMULO ( pelo Espírito Ramiro Gama), cap. 32, 1ª Edição, 1998, Editora DIDIER



 

domingo, 18 de novembro de 2012

SÚPLICA






 
Samaritana e Jesus.
 
SÚPLICA

Espírita, meu irmão.
Hoje procuro refúgio no teu coração, cansado como me encontro de mil embates, na longa jornada dos séculos.
Dizem que sou débil plantinha, no entanto, relegam-me ao vendaval, deixando-me à mercê da canícula ou na via das enxurradas imundas.
Afirmam que sou o futuro, todavia, desrespeitam o meu presente, colocando dificuldades e aflições ao alcance das minhas débeis mãos.
Expressam que eu sou diamante precioso, mas ninguém procura retirar a jaça e a ganga que me tornam imprestável, por enquanto.
Informam que eu sou um pequeno rei, no império da vida, todavia, descuidam do meu aprimoramento, sem me aformosearem o caráter para o nobre ministério.
Chamam-me de anjo e conduzem-me, por negligência, ao império do desespero e da revolta.
Agradam-me e, muitas vezes, degradam-me deixando-me sob o jugo imperioso de forças desordenadas.
Ajuda-me agora, para que, por minha vez, eu possa ajudar mais tarde.
Acolhe-me na terra fértil do teu coração e desenvolve-me os sentimentos latentes dentro de mim.
Serei amanhã o que fizeres de mim agora. Não te peço muito.
Rogo-te, apenas, que abras os braços e me alcances.
Suaviza tua voz para ensinar-me e dá leveza à tua mão quando seja necessário corrigir-me. Mas não me deixes sem o carinho que estimula nem a correção que educa e salva.
Confio em ti. Socorre-me hoje, e não mais tarde.
Necessito urgente de orientação e sustento.
Recebe-me enquanto não me maculam as nódoas da vida.
Dilata as tuas possibilidades e eu coroarei os teus dias com as bênçãos da alegria perene, levando, pelas gerações afora, a mensagem viva do teu auxílio como legatário natural da tua fé libertadora e santa.
Irmão do Cristo, recolhe-me no teu amor em nome de Quem, em apresentando os pequeninos aos discípulos amados, asseverou pertencer o Reino dos Céus.
Anália Franco
Fonte: FRANCO, Divaldo Pereira, SEMENTEIRA DA FRATERNIDADE (Diversos Espíritos), 6. Ed.. cap. 4. LEAL, 2008

sábado, 17 de novembro de 2012

Reflexões sobre Causas e Efeitos



 
Reflexões sobre Causas e Efeitos

Assaruhy Franco de Moraes

 

No caminho para a luz, o Espírito adquire débitos que são gerados por conta da inconsequência e da visão deturpada sobre como percorrê-lo. Navegamos pelos mares do egoísmo, aportamos na enseada do materialismo, caminhamos pelas terras do fanatismo, vencemos as tempestades da intolerância, passamos pela influência das trevas; são tantos os obstáculos e muitas vezes, perdemos muito tempo até que a razão prevaleça.

Nesse processo, o Espírito contabiliza faltas e assume responsabilidades, mas, na medida em que o tempo passa e as lições vão ensinando a viver, a realidade começa a sair fora das brumas do erro e se torna nítida diante da verdade.

De todas a fases do processo de regeneração espiritual, o momento da verdade é provavelmente a mais crucial e nesse momento, não se tem mais desculpas para a incidência de erros, nem justificativas para atos menores, é a solidão da consciência e a convergência das lágrimas. É o momento em que o Espírito anseia pela regeneração e procura conhecer as formas de conseguir esse intento.

No livro Chico Xavier Pede Licença, Emmanuel nos conta, no Cap. 19 – Desencarnações Coletivas – fatos elucidativos sobre as relações de causa e efeito nas mortes coletivas, que são resultantes da expectativa espiritual pela regeneração, verdadeiros passaportes para a luz.

O nosso bom amigo nos diz que, quando o Espírito tem consciência de suas responsabilidades diante da vida, roga ao Pai os meios de resgatá-las devidamente.

Faz-se importante lembrarmos que é no momento da verdade, que o resgate tem sua maior força e eficácia, é nesse momento que o devedor tem condição de entender o porquê de suas dores e justificá-las para si mesmo, sem que se defronte com as sombras da revolta, que só tenderiam a empurrá-lo para uma longa espera por outra oportunidade.

É quando observamos dolorosos casos em que milhares de pessoas são arrastadas pela voragem das guerras, vítimas indefesas de saques, compelidas a experimentar dores que semearam em seu passado.

São vítimas de epidemias arrasadoras, respondendo pelos erros de corrupção que prejudicaram irmãos que nelas confiaram; almas comprometidas com os anseios de ouro e poder, agora vítimas de violências na partilha de terras e bens, ao preço de sangue e lágrimas.

Fala-nos ainda Emmanuel, em elucidativo relato, sobre as mortes coletivas em incêndios terríveis, que podem ser por explosões, atentados, acidentes, refletindo um passado onde corsários ateavam fogo em navios e cidades, na busca da pilhagem fácil.

Todavia, todas essas explicações só fazem sentido, se entendidas na mecânica da reencarnação, caso contrário, difícil será entrever a justiça em cada evento reparador e perceber que se criamos a culpa, também escolhemos a forma de repará-la.

Finaliza o mentor espiritual, dizendo que nunca ficamos sem a presença da Misericórdia Divina e que o sofrimento é sempre reduzido ao mínimo.

Não existem regras fixas de tempo entre a causa (falta) e o efeito (resgate), o que vale é a capacidade que as almas endividadas têm para entender sua situação e tirarem o melhor proveito da lição que receberem.

Em Crônicas de Além Túmulo, Humberto de Campos reporta-nos sobre o incêndio de um circo em Niterói, RJ em 1961, uma dolorosa tragédia com centenas de mortes de adultos e crianças, que agora vítimas, foram responsáveis, 1784 anos antes, por queimarem cerca de mil crianças e mulheres cristãs, numa arena de circo na Gália, ainda na época do Império Romano.

Essas explicações, certamente, não devem ser recebidas para que tenhamos menos comoção diante da tragédia de nossos irmãos, naquele momento, diante do resgate reparador. A finalidade de conhecermos essas relações de causa e efeito, é para que possamos entender o porquê dos tristes eventos corretores, aceitando a presença da justiça divina exatamente onde possa parecer que ela está ausente.

Assim, precisamos refletir diante da violência e dor dos desastres que comovem e traumatizam a opinião pública, das tragédias humanas e dos dramas pessoais. Nossa melhor contribuição para esses fatos, deve ser a prece sincera pelos irmãos em prova e pelos de suas convivências, para que se fortaleçam na esperança do reencontro em dias melhores.

 

Fonte: O BOLETIM

Informativo do Centro Espírita Bezerra de Menezes - agosto 2012.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

As Pesquisas Psíquicas Pós Kardec


 
As Pesquisas Psíquicas Pós Kardec




(“Vida e morte: o homem no labirinto da eternidade”, tese de doutorado. Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, UNICAMP, 1993; pp. 183-190).


Charles Richet, fundador da Metapsíquica, divide a evolução histórica dos fenômenos parapsíquicos no Ocidente em quatro períodos, a saber:

- Período mítico: se estende da mais remota antiguidade até Mesmer e suas doutrinas sobre magnetismo animal (1778);


- Período magnético: vai de Mesmer (1778) às irmãs Fox (1847). Mesmer introduz o ‘fluido’ e o sonambulismo artificial (hipnose), primeiras noções da percepção extra-sensorial;


- Período espirítico: das irmãs Fox (1847) a William Crookes (1872). Com Allan Kardec surge a teoria do Espiritismo. Ápice do mediunismo. Espiritismo como sistema filosófico e posteriormente religioso.


- Período científico: inicia-se a partir de 1872, com as pesquisas de William Crookes, subdivididas em: período metapsíquico (1872 a 1930) e período parapsicológico (de 1930 aos dias atuais).


A comunicação com os mortos vira ciência.

Embora o Espiritismo tenha feito muitos adeptos e conversões durante o próprio séc. XIX e início do séc. XX em diferentes meios sociais, chama a atenção o fascínio que a nova doutrina parece ter exercido no meio intelectual, artístico e científico da época, gerando tanto fervorosos adeptos como tenazes adversários. Arthur Conan Doyle, Victorien Sardou, Victor Hugo, Robert Owen, Cesare Lombroso, William Crookes, Oliver Lodge, Camille Flammarion, Charles Richet, entre outros, dedicaram-se a estudar o ‘outro lado’, recuperando o passado, revendo a religião à luz da ciência e encarando a morte sob novos aspectos. Grupos de cientistas reuniam-se em torno de médiuns, investigavam, eliminavam possibilidade de fraudes. Muitas dessas reuniões de estudos realizavam-se em centros de pesquisas e laboratórios e os convidados eram pessoas credenciadas pela comunidade intelectual e científica. Um exemplo foram as 43 sessões organizadas pelo Instituto Geral Psicológico de Paris nos anos 1905, 1906 e 1907, com a médium Eusápia Paladino, que incluíram, na sua assistência, Bergson, o casal Curie e Debierne, o reitor da Sorbonne. Embora muitos dos assistentes do meio científico não ficassem convencidos, um grande número confessou a sua adesão.

Um dos mais importantes convertidos às novas descobertas propostas pelo Espiritismo foi Camille Flammarion (1842 - 1925), o eminente astrônomo e cientista do séc. XIX. Tornou-se espírita, amigo pessoal de Allan Kardec, e pronunciou o discurso fúnebre à beira de seu túmulo, imbuído pelas convicções doutrinárias espíritas, sobretudo a imortalidade da alma e a visão de que a morte era uma libertação, uma continuidade para uma nova existência espiritual, operosa e de estudos.

Os fenômenos espíritas também repercutiram fora da França. Um dos cientistas mais importantes a dedicar-se ao estudo dos fenômenos foi o inglês William Crookes, cuja história está relacionada com a da médium Florence Cook e a materialização do espírito Katie King. Químico e astrônomo, a partir de 1856 fez parte da Sociedade Real de Londres dedicando-se a trabalhos fotográficos sobre a lua. Descobriu um processo, a amalgamação do sódio e pela análise espectral tornou conhecido um novo corpo metálico simples, o tálio. Através de uma série de experiências bem sucedidas demonstrou com exatidão um quarto estado da matéria, além do sólido, líquido e gasoso: o da matéria radiante. Com essa posição intelectual e científica, anunciou que iria se ocupar dos chamados fenômenos espíritas, com o rigor de um experimentador científico. Em 1874, publicou os primeiros resultados de suas pesquisa no “Quarterly Journal of Science”. Em fevereiro de 1897 publicou suas observações sobre os fatos espíritas.

(...) Os fenômenos observados: levitações, psicografia, telecinesia, materializações e aparições luminosas de objetos foram colocados como fatos incontestáveis, que mereceriam uma laboriosa série de experiências e elaborações teóricas de acordo com as mais recentes descobertas científicas.
Para alguns outros convertidos, como Arthur Conan Doyle, o desabar da muralha entre o mundo dos mortos e dos vivos; os fatos que comprovam de forma cabal a sobrevivência após a morte e a comunicação entre mortos e vivos deveriam conduzir a uma grande transformação e esperança para o gênero humano pela formação de uma nova e atual expressão religiosa que levasse os homens a uma existência mais espiritualizada.

Cientistas de renome na Itália também passaram a integrar o conjunto de estudiosos dos chamados fenômenos psíquicos. Shiaparelli, Chiaia, Brotasi, Lombroso e Bozzano fizeram parte dessa galeria. Ernesto Bozzano destacou-se nesse grupo dedicando trinta anos às pesquisas psíquicas. Publicou inúmeros trabalhos científicos sobre o assunto, expondo os princípios básicos que o levaram a aderir à hipótese espírita por ser uma “necessidade lógica”.

Uma das conversões mais intrigantes do final do séc. XIX foi a de Cesare Lombroso, médico, higienista, psiquiatra e antropólogo. Seus famosos estudos estavam na área da Antropologia Criminal, nos quais revelava sua incondicional adesão aos de investigação científica positiva de sua época. Estudava homens e fatos numa mesma perspectiva, como ponto de partida do método experimental. Estabeleceu uma teoria em que expunha a Gênese Natural do Delito e as bases do sistema penal positivo, associando Direito Penal e Antropologia Criminal.

(...) Durante muitos anos, negou os fenômenos psíquicos e espirituais como charlatanice e credulidade simplória. Porém, após assistir a algumas sessões mediúnicas realizadas por Eusápia Paladino, e verificando a veracidade e autenticidade da produção dos fenômenos e das manifestações espirituais, Lombroso começou suas pesquisas.

Em 15 de julho de 1891 foi publicada uma carta onde declarou sua rendição aos fatos espirituais: Estou muito envergonhado e desgostoso por haver combatido com tanta persistência a possibilidade dos fatos chamados espiríticos; digo fatos, porque continuo ainda contrário à teoria. Mas os fatos existem, e deles me orgulho de ser escravo.
No desenvolvimento de suas observações e estudos, Lombroso caminhou na direção de aceitar a interferência e influência de seres espirituais sobre as manifestações e os fenômenos produzidos. Em 1909 publicou “Hipnotismo e Mediunidade”, onde descreveu, de forma categórica e imbuída do mais ortodoxo espírito científico, os resultados de seus estudos, diante das hipóteses espíritas e de sua veracidade e lógica.
(...) Também na Alemanha foram realizadas experiências científicas da sobrevivência após a morte. Faziam parte do grupo de especialistas, entre outros, Johann Karl Friedrich Zöllner, professor de física e astronomia da Universidade de Leipzig e elaborador da hipótese da teoria sobre a quarta dimensão do espaço; professor Wilhelm Edward Weber, de física e autor da doutrina da Vibração das Forças; Schneiber, matemático de renome na Universidade de Leipzig; Gustav Friedrich Fechner, físico e filósofo na mesma Universidade. Este grupo publicou em 1879 o resultado de suas pesquisas. Para eles tratava-se de uma Nova Ciência baseada em outra classe de Fenômenos Físicos, provando a existência e um outro mundo de seres inteligentes. Liderados por Zöllner, realizaram experiências com o famoso médium americano Henry Slade. Ocorreram materializações, levitações, aparições, psicografia de mensagens, que foram meticulosamente observadas, descritas e estudadas. Submetidos a considerações teóricas, os fenômenos observados revelavam uma dimensão científica e verdadeira, como um dos elementos fundamentais para a construção da teoria do espaço em quarta dimensão e da sobrevivência espiritual.

(...) É muito grande a galeria de cientistas ilustres dessa época seduzidos pelos fenômenos espíritas, realizando estudos, pesquisas, construindo teorias e revelando sua adesão, em maior ou menor grau, às novas crenças. Em vários países europeus e do continente americano, esses estudos apontam um mesmo caminho, que marcou a história do pensamento contemporâneo: a necessidade de comprovar pelos argumentos científicos aquilo que antes estava no domínio da fé religiosa”.


Eliane Moura Silva


LIVROS RECOMENDADOS:

1. G. Delanne - O Fenômeno Espírita; O Espiritismo Perante a Ciência; A Alma é Imortal. Editora: FEB

2. A. Erny - O Psiquismo Experimental. Editora: FEB

3. A. Aksakof - Animismo e Espiritismo. Editora: FEB

4. A. C. Doyle - História do Espiritismo. Editora: Pensamento

5. C. Imbassahy - O Espiritismo à Luz dos Fatos. Editora: FEB

6. W. Crookes - Fatos Espíritas. Editora: FEB

7. E. Bozzano - todos os livros. Editora: FEB

8. C. Flammarion - todos os livros. Editora: FEB.