quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A M O R


A M O R

EM MATÉRIA AFETIVA

Sempre é forçoso muito cuidado no trato com os problemas afetivos dos outros, porque muitas vezes os outros, nem de leve, pensam naquilo que possamos pensar.
Os Espíritos adultos sabem que, por enquanto, na Terra, ninguém pode, em sã consciência, traçar a fronteira entre normalidade e anormalidade, nas questões afetivas de sentido profundo.
Os pregadores de moral rigorista, em assuntos de amor, raramente não caem nas situações que condenam.
Toda pessoa que lesa outra, nos compromissos do coração, está fatalmente lesando a si própria.
Respeite as ligações e as separações, entre as pessoas de seu mundo particular, sem estranheza ou censura, de vez que você não lhes conhece as razões e processos de origem.
As suas necessidades de alma, na essência, são muito diversas das necessidades alheias.
No que tange a sofrimentos do amor, só Deus sabe onde estão a queda ou a vitória.
Jamais brinque com os sentimentos do próximo.
Não assuma deveres afetivos que você não possa ou não queira sustentar.
Amor, em sua existência, será aquilo que você fizer dele.
Você receberá, de retorno, tudo o que der aos outros, segundo a lei que nos rege os destinos.
Ante os erros do amor, se você nunca errou por emoção, imaginação, intenção ou ação, atire a primeira pedra, conforme recomenda Jesus.

ANDRÉ LUIZ
Livro Sinal Verde



terça-feira, 11 de outubro de 2011

CONDUTA ESPÍRITA NO TEMPLO

Entrada da Casa do Caminho na BR 230, KM 470 - Sousa -PB.

CONDUTA ESPÍRITA NO TEMPLO



Entrar pontualmente no templo espírita para tomar parte das reuniões, sem provocar alarido ou perturbações.
O templo é local previamente escolhido para encontro com as Forças Superiores.
Dedicar a melhor atenção aos doutrinadores, sem conversação, bocejo ou tosse bulhenta, para que seja mantido o justo respeito ao lar de oração.
Os atos da criatura revelam-lhe os propósitos.
Evitar aplausos e manifestações outras, as quais, apesar de interpretarem atitudes sinceras, por vezes geram desentendimentos e desequilíbrios vários.
O silêncio favorece a ordem.
Com espontaneidade, privar-se dos primeiros lugares no auditório, reservando-os para os visitantes e pessoas fisicamente menos capazes.
O exemplo do bem começa nos gestos pequeninos.
Coibir-se de evocar a presença de determinada entidade, no curso das sessões, aceitando, sem exigência, os ditames da Esfera Superior no que tange ao bem geral.
A harmonia dos pensamentos condiciona a paz e o progresso de todos.
Acostumar-se a não confundir preguiça ou timidez com humildade, abraçando os encargos que lhe couberem, com desassombro e valor.
A disposição de servir, por si só, já simplifica os obstáculos.
Desaprovar a conservação de retratos, quadros, legendas ou quaisquer objetos que possam ser tidos na conta de apetrechos para ritual, tão usados em diversos meios religiosos.
Os aparatos exteriores têm cristalizado a fé em todas as civilizações terrenas.
Oferecer a tribuna doutrinária apenas a pessoas conhecidas dos irmãos dirigentes da Casa, para não acumpliciar-se, inadvertidamente, com pregações de princípios estranhos aos postulados espíritas.
Quem se ilumina, recebe a responsabilidade de preservar a luz.
Nas reuniões doutrinárias, jamais angariar donativos por meio de coletas, peditórios ou venda de tômbolas (bingo), à vista dos inconvenientes que apresentam, de vez que tais expedientes podem ser tomados à conta de pagamento por benefícios.
A pureza da prática da Doutrina Espírita deve ser preservada a todo custo.
ANDRÉ LUIZ
Livro Conduta Espírita.




Flaviany, Bruna Luiza e Bruno. A família sempre unida.
 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

ORAÇÃO NOSSA

Orando

ORAÇÃO NOSSA



Senhor, ensina-nos:

a orar sem esquecer o trabalho,

a dar sem olhar a quem,

a servir sem perguntar até quando,

a sofrer sem magoar seja a quem for,

a progredir sem perder a simplicidade,

a semear o bem sem pensar nos resultados,

a desculpar sem condições,

a marchar para a frente sem contar os obstáculos,

a ver sem malícia,

a escutar sem corromper os assuntos,

a falar sem ferir,

a compreender o próximo sem exigir entendimento,

a respeitar os semelhantes sem reclamar consideração,

a dar o melhor de nós, além da execução do próprio dever, sem cobrar taxas de reconhecimento,

Senhor fortalece em nós a paciência para com as dificuldades dos outros, assim como precisamos da paciência dos outros para com as nossas dificuldades.

Ajuda-nos, sobretudo, a reconhecer que a nossa felicidade mais alta será invariavelmente, aquela de cumprir-Te os desígnios onde a como queiras, hoje, agora e sempre.

EMMANUEL
Francisco Cândido Xavier
Livro: “A Luz da Oração”



domingo, 9 de outubro de 2011

A responsabilidade de ser espírita


A responsabilidade de ser espírita



Certo dia conversava com uma amiga sobre ser espírita e a responsabilidade que isto acarreta em nossas vidas. Dedico esta postagem à amiga Graciela. Obrigada.

Ser espírita não é apenas ter uma religião que hoje, apesar de muito evidenciada, ainda é minoria. É entender que a religião surgiu por uma questão burocrática, para facilidade de acesso das pessoas ao que realmente importava, a filosofia espírita.

Não posso acreditar que algum espírita pense: "Hoje fui ao Centro Espírita e tomei um passe, missão da semana cumprida!", seria dogmatizar a filosofia espírita, o que por sua vez pareceria um equívoco, já que seguir uma filosofia é aceitá-la, porém interpretá-la e questioná-la de diversas maneiras. Sabemos que a verdade é uma só, mas esta verdade, para muitos dos desígnios de Deus, ainda não nos é revelada. Ser espírita, portanto, é ser filósofo da vida.

Muitos são os espíritas não declarados, e apesar disso, possuidores da mesma ou semelhante filosofia em seus corações. Por essa e por outras, digo que o Espiritismo não é uma religião. Muitos são os espíritas que conheço que nem sequer conhecem o Espiritismo - explico.

Ir ao Centro Espírita e tomar passe fazem parte de um presente maravilhoso que os Espíritos de Luz nos oferecem, porém a doutrina espírita vai muito além disso. Se tivesse apenas uma palavra para denominá-la, escreveria caridade: o amor genuíno que Cristo nos ensinou. Ser espírita, portanto, vai além do que nossas mentes, ainda presas na questão dogmática, imaginam.

"Chamo-me caridade e sou a rota principal que conduz a Deus; segui-me, porque sou o objetivo a que todos deveis visar." O Evangelho Segundo o Espiritismo (Cap. XIII - A Beneficência)

É rezar sabendo exatamente as palavras que sua boca profere e tentar, exaustivamente, ser aquilo que você pede para Deus em oração.

Se pede paz, seja a paz.

Se pede alegria, seja a alegria.

Se pede socorro, seja o socorro de alguém.

Se pede sabedoria, esforce-se ao máximo para adquirí-la por meios disponíveis em sua vida

Se pede paciência, tenha paciência com os outros.

Se pede saúde, esforce-se para alcançá-la e dissemine sua vitória.

Se pede amor, doe amor.

Se pede caridade, seja você mesmo a caridade para um irmão.

A responsabilidade do Espiritismo está em evidenciar a luz que todos, um dia, procuram. Luz da sabedoria, da consolação, do conforto e do conhecimento. A responsabilidade do espírita é usar tudo isso a seu favor e daqueles que o rodeiam para a evolução moral e espiritual de todos. Tarefa difícil para seres do planeta Terra, que ainda têm sua afeições e sentimentos enraizados fortemente nas questões dogmáticas, nos preconceitos e nos fanatismos.

Conhecer a doutrina espírita é maravilhoso, sinto-me realmente abençoada diante de tanta disponibilidade de conhecimento e luz, o que faz com que a cobrança por ser melhor, com muita humildade, aumente a cada dia. Por vezes, penso que se não conhecesse tal doutrina, estaria nas margens do tempo, estagnada diante da minha própria evolução espiritual.

Por fim, ser espírita não é apenas conhecer a codificação e a vasta maravilhosa literatura que nos é proporcionada, mas é, ao máximo, concretizar seus ensinamentos em nossos atos cotidianos, o que muitos dos que ainda não são espíritas fazem, muitas vezes, melhor que alguns espíritas declarados.

"Somos o que fazemos repetidamente. Por isso o mérito não está na ação e sim no hábito."

Aristóteles

"Olhar da margem a vida passar como um rio não faz mais parte dos meus planos, quero estar lá dentro, flutuando ou mergulhando, com rio calmo ou agitado, quero fazer parte inteiramente das alegrias e aflições que este rio me proporciona, pois, no final, não quero arrepender-me por ter sido mero espectador da vida." Um amigo de Luz

Grande abraço a todos!

Fernanda
Fonte: Janela Espírita.




















sábado, 8 de outubro de 2011

Os deveres do Espírita


Os deveres do Espírita



Todo aquele que aceita a Doutrina Espírita assume o grave compromisso de Solidariedade, irmã gêmea da Responsabilidade. Elas andam sempre juntas.

O espírita verdadeiro não tem o direito de desconhecer os princípios básicos da Doutrina, porque, se não os conhece, não pode considerar­-se propriamente um espírita.

É tão grande a responsabilidade do espírita que ele não pode desvencilhar-se da responsabilidade que, mais do que antes, decorre dos seus atos e palavras. Quem está integrado na Dou­trina e sabe respeitá-la, transforma-se numa força atuante, positiva, no ambiente em que viva. Não é passivo nem dissimulado, não é indiferente nem apático. Pelo contrário, a sua integração nos postulados doutrinários confere-lhe a faculdade de se mostrar sempre ativo e franco, honesto e positivo, bem humorado e discreto. Todavia, a sua franqueza hão deve ser rude, contundente e negativa. Para ser útil, precisa mostrar-se amena, educativa e construtiva.


 
Há mil maneiras de se dizer e demonstrar o que nos vai na alma. Entre essas maneiras, há a que nunca se separa da compreensão, da tolerância, do comedimento, da sinceridade e, sobre­tudo da verdade simples.

O espírita tem o dever de policiar mais os seus atos e palavras do que os alheios, sem que isto importe em estimular, pela omissão ou tibieza, a má ação de que tenha conhecimento. Queremos dizer: se enérgico em profligar o que não lhe parece bem, quando feito por seus semelhantes, bem mais enérgico quando analisar os próprios atos e palavras.


 
Nunca o “conhece-te a ti mesmo” foi mais necessário do que em nossos dias. O espírita, antes de pensar reformar os outros, deve começar a reformar-se a si mesmo.

O exemplo é que define a legitima personalidade da criatura humana.

A Doutrina Espírita é um roteiro de auto-educação. Seu primacial objetiva é tornar cada

um de nós melhor, mais .humano, mais compreensivo, mais cristão. O mundo está cheio de cristãos sem Cristo, isto é, de criaturas que se intitulam cristãs quando não o são, porquanto não procedem consoante as lições do Mestre.


 
A Doutrina codificada por Allan Kardec educa, reforma, eleva, redime. Tudo, porém, depende de nós. Jesus veio dar-nos ensinamentos e exemplos para que saibamos buscar a salvação pelo nosso próprio esforço. Esta é a verdade. A sua missão na Terra foi grandiosa, sublime, incomparável. Desvirtuaram-na, deixaram-na ficar na superfície da pele, quando ela deveria alojar-se no coração humano.

A Doutrina Espírita está restabelecendo, a pouco e pouco, o domínio da idéia cristã na vida do homem, ensinando-o a compreender a razão da existência terrena, a necessidade retificadora da dor, o mapa cármico e sua ligação com e problema da reencarnação.

A solidariedade sadia é fraternidade cristã. “O Espiritismo amplia a noção de fraternidade. Demonstra por meio de fatos que ela não é unicamente um mero conceito, mas uma lei funda­mental da Natureza, lei cuja ação se exerce em todos os planos da evolução humana, assim no ponto de vista físico como no espiritual, no visível como no invisível. Por sua origem, pelos destinos que lhes são traçados, todas as almas são irmãs. Assim, essa fraternidade, que os messias proclamaram em todas as grandes épocas da História, encontra no ensino dos Espíritos uma base nova e uma sanção. Não é mais a inerte e banal afirmação na fachada dos nossos monumentos, é a fraternidade palpitante das al­mas que emergem, conjuntas, das obscuridades do abismo, e palmilham o calvário das existências dolorosas; é a iniciação comum no sofri­mento; é a reunião final na plena luz.” (Léon Denis.)

Solidariedade e responsabilidade são elos de uma mesma corrente. A vida nos mostra a todos os instantes que o auxílio mútuo se afirma eloqüentemente como força de coesão da existência moral. Essa é também uma imposição biológica a que ninguém escapa, nem, os mais fracos nem os mais fortes.

Todos somos como que elementos moleculares da vida de relação, na vida social, na vida espiritual. Isto esclarece a razão das pequenas e grandes coletividades, quer entre os chamados irracionais, quer entre os ditos racionais.

O instinto desempenha papel preponderante na aglutinação do seres. Mas só a educação facilita, com acerto, o disciplinamento do instinto. Ela refina o sentimento e prepara o homem para uma vida progressivamente mais compreensiva e melhor. Todavia, não podemos eximir-nos às conseqüências da Lei de Causa e Efeito, que é a bússola do Carma. Do nosso comportamento, em face dessa lei, depende a felicidade que ambicionamos.

O Espiritismo educa o homem para uma vida mais simples e sadia. O Espiritismo respeita a personalidade humana, porque lhe reconhece o livre-arbítrio, acatando-o. Nada impõe, nada exige, nada reclama. Mostra o roteiro e ensina como se pode segui-lo.

Eminentemente democrática, a Doutrina Espírita envolve toda a Humanidade, mas são os humildes e sofredores que nela encontram mais depressa o bálsamo para as suas dúvidas e aflições. Respeitando a liberdade da pessoa humana o Espiritismo afirma a necessidade de deixar ao homem, depois de esclarecido, a decisão dos rumos que desejar tomar, convencido, como diz Kardec, que, “Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas a épocas da Humanidade”.

Com a Doutrina Espírita, o homem se torna senhor do seu destino.

Indalício Mendes
Revista Reformador.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

SER EVANGELIZADOR




SER EVANGELIZADOR


Evangelizar é instruir, é educar moral e espiritualmente, dando a conhecer o que acontece ao Espírito em sua trajetória rumo à evolução. Eis porque o Espiritismo e Evangelho têm que ser estudados juntos. O Espírito se instrui quanto ao seu destino e se educa, preparando melhor futuro para si e para o próximo. Instruir e educar na Doutrina Espírita não é catequizar, e sim evangelizar.



"Evangelizar é evangelizar-se" (Amélia Rodrigues).

O que é necessário para evangelizar "Amai-vos e Instruí-vos" (Allan Kardec).

O Espiritismo estudado instrui. Praticado, além de instruir, educa, porque faz o Espírito enxergar o seu futuro, não só na Terra, mas principalmente no mundo espiritual.

Os requisitos exigidos para um evangelizador espírita são os mesmos exigidos de um espírita: estudar, trabalhar, construir sua reforma íntima. O evangelizador espírita precisa estudar para ter bom conhecimento do Evangelho de Jesus e da Doutrina Espírita. Só assim terá segurança no seu trabalho.

Deve aprimorar todos os recursos necessários à sua tarefa, se quiser que as mensagens de suas aulas cheguem ao coração do evangelizando de maneira clara, agradável, participante, dinâmica e eficiente.

Deve aprimorar seus recursos intelectuais, morais e afetivos, porque sabe que a teoria, por mais brilhante que seja, sem afetividade não encontra ressonância no coração do evangelizando.

A boa vontade é outro requisito. Ela o faz reconhecer suas deficiências, levando-o a buscar os conhecimentos que lhe faltam. Boa vontade ensina ao evangelizador renunciar muitos lazeres em favor de seu trabalho. Boa vontade estimula o evangelizador a vencer qualquer empecilho, conscientizando-o do seu compromisso com Jesus. Boa vontade, enfim, é a alavanca que impulsiona o evangelizador ao aprimoramento da sua reforma íntima.



Ele sabe, então, que não é "vestir a túnica de evangelizador" somente uma vez por semana, naquele horário, mostrando-se aos olhos da classe com algumas virtudes aparentes, e sim viver 24 horas do dia tudo aquilo que estuda com seus pupilos. Sabe, ainda, que além dos evangelizandos encarnados, ele tem os evangelizandos desencarnados em suas aulas, aqueles que não tiveram oportunidade de conhecer o Evangelho do Mestre e a Doutrina Espírita quando na Terra.

"Evangelizar é evangelizar-se", é o que nos diz Amélia Rodrigues em um dos seus livros.

REQUISITOS ESSENCIAIS PARA SER UM EVANGELIZADOR ESPÍRITA:

1 - Ter como modelo o Mestre amado Jesus.

2 - Estudar a Doutrina Espírita e o Evangelho constantemente (conscientização da tarefa: necessidade de ser melhor).

3 - Ver nas crianças a sua própria família.

4 - Evangelizar por prazer, não por dever.

5 - Não exigir de imediato a transformação de uma criança ou jovem, respeitando sempre sua condição espiritual e capacidade.

6 - Estar consciente de que evangelizar é preparar uma semeadura e que a germinação, frutificação, colheita e multiplicação (resultados) correrão por conta das condições do solo (Espírito) que a recebeu ou receberá, bem como do tempo.

7 - Procurar se aproximar dos pais de seus evangelizandos (será mais fácil desta maneira conhecer-lhes os possíveis problemas e melhor agir no sentido de beneficiá-los).

8 - Analisar com atenção o problema de cada evangelizando.



9 - Transmitir com firmeza, segurança e amor, usando, na hora certa, um sorriso ou olhar significativo, valendo mais que cem palavras.

10 - Preparar suas aulas com carinho e antecedência, sem improvisação.

11 - Procurar tornar suas aulas atrativas e objetivas.

12 - Sentir a importância da pontualidade, dando o exemplo.

13 - Não faltar ao cumprimento do dever, mas quando isso se tornar necessário, avisar com antecedência à diretoria (assiduidade).

14 - Fazer esforço para se atualizar sempre, a fim de dar aos evangelizandos melhores conhecimentos doutrinários e gerais que venham ao encontro de seus interesses.

15 - Sempre permutar idéias com outros evangelizadores.

16 - Estar consciente de que o evangelizador deve ser o exemplo para os evangelizandos.

17 - Tratar a todos com igualdade, sem distinção de cor, sexo ou posição social.

18 - Conscientizar os evangelizandos da importância da ordem, da disciplina, da higiene ambiental e pessoal e dos cuidados devidos à alimentação, facilitando a vida e beneficiando a saúde.

19 - Esclarecer as crianças do dever de tratar bem aos animais, respeitar e preservar a natureza.

20 - Procurar sanar superstições, preconceitos e outras ideologias perniciosas, sem ferir a sensibilidade de cada um.




21 - Mostrar, exemplificando, aos evangelizandos, a importância da fé raciocinada, do amor a Deus e do respeito e consideração ao próximo.

22 - Não mentir nem fazer promessas impossíveis aos evangelizandos.

23 - Amar fraternalmente e compreender a todos.

24 - Ter calma, traquilidade, bom senso e ponderação.

"Todos temos necessidade de instrução e de amor" - (Emmanuel, Pensamento e Vida, lição 4).

"Encara a verdade antes que a verdade te encare" - (André Luiz).

Aos evangelizadores cabe sentir sua responsabilidade neste aprendizado, buscando melhorar cada vez mais sua capacidade na realização de sua tarefa.

JESUS E O EVANGELIZADOR:

Jesus: o primeiro e o mais perfeito evangelizador do planeta Terra.

Sua pedagogia
Revelava apenas o que os seus ouvintes tinham condições de compreender e assimilar.

Sua palavra
Atraía pessoas que o ouviam com atenção e alegria.

Sua linguagem
Era correta e compreensível à todos.

Seus ensinamentos
Eram adequados para cada ocasião, assim a semente lançada encontraria campo onde germinar.
Parábolas, imagens simbólicas e exemplos da vida cotidiana
Eram recursos usados, para melhor compreensão daquele povo acostumado às Leis Civis de Moisés.

Sua autoridade
Vinha da tranquilidade do seu Espírito, da confiança no êxito da sua missão.

Paciente
Semeava e esperava a germinação e os frutos.

Enérgico
Ensinava sem ferir, sem humilhar.

Comunicativo
Seu coração transbordava amor; era seu carisma que atraía para junto de si aqueles que o buscavam com vivo interesse.

Exemplo
Viveu o que ensinou, razão por que revolucionou a Lei Civil, trocando o "olho por olho" por "amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo".

(Do Livro "Evangelização: Compromisso com Jesus" - Dima Lourenço Marquez).